Comunico também aos associados que coloquei o meu nome a disposição para o conselho fiscal e conto com o seu voto para representá-los dentro da nossa cooperativa.
Este é o blog e alimentado de informações por Igor Téo que tem por objetivo repassar aos trabalhadores informações sobre a atualidade e para dar conhecimento a todos do movimento sindical bancário na Amazônia.
O arquivamento atendeu a sugestão do presidente do Conselho, senador João Alberto (PMDB-MA).
Ele alegou que a decisão foi tomada com base no estatuto do Conselho, que condiciona as apurações ao fato de o acusado estar exercendo mandato parlamentar, o que não era o caso de Azeredo, naquele ano.
"Pedi que fosse arquivado, porque o estatuto define que só teremos de apurar as coisas durante o mandato, e na época Eduardo Azeredo estava lutando pela reeleição", afirmou.
Para ele, expressões como "governo podre" e "governo bolchevique" sempre foram usadas "pelos liberais, que serviram ao mercado, às privatizações".
Saturnino disse que as políticas liberais dos últimos anos provocaram fatos como os relatados pelo documentário Falcão – Meninos do Tráfico, exibido no domingo pelo Fantástico, da TV Globo, que mostrou crianças atuando na venda de drogas.
"Estamos vendo a velha vocação de se criar escândalos para que não se discuta o programa Bolsa-Família, a recuperação substancial do salário mínimo, a agricultura familiar. Enquanto as urgências do povo ficam esperando, há um bombardeio de acusações", lamentou o senador.
Em aparte, Ideli Salvatti (PT-SC) afirmou que a série JK, da TV Globo, mostra como Juscelino também foi atacado por seus adversários, que falavam em "mar de lama" e "corrupção generalizada".
As informações são da liderança do PT no Senado.
A escolha de Geraldo Alckmim como candidato do PSDB e da direita brasileira coloca ao PT de São Paulo uma importante tarefa: mostrar a todo o Brasil o que foram os doze anos do tucanato no Estado, em particular os oito anos do governo Alckmin.
Ao se apresentar com a cara de “Geraldinho”, o PSDB/PFL e as elites optaram por um programa neoliberal cristalino e pelo reacionarismo em estado puro. Alckmin é não só um simpatizante das idéias do ultra-conservadorismo moral e religioso – “pátria, família, religião” (seus vínculos com a Opus Dei são conhecidos) como é o candidato que defende o liberalismo mais ortodoxo, ou, nas palavras da imprensa internacional, é um candidato “pró-mercado”.
Em todos estes anos a frente de São Paulo, o PSDB de Alckmim propagou a idéia de que foi realizado um ajuste de contas, um “choque de gestão”. Nada mais falso. O que foi feito foi a redução dos investimentos e dos gastos públicos com políticas sociais. Além disso, a receita do Estado vem caindo, porque os tucanos não cobram os devedores. Pior ainda: a dívida publica explodiu, a despeito das privatizações.
Vamos aos dados, disponibilizados pela assessoria da bancada petista na Assembléia Legislativa. De
Em 2003 e 2004, os investimentos caíram para patamar de 3,75%, quando em 1998 eram cerca de 5,39%. Na área social, o governo deixa de gastar corretamente os recursos da saúde e da educação, desrespeitando as vinculações orçamentárias determinadas pela Constituição. De
Isso para não falar na demissão de 195 mil funcionários públicos, no arrocho salarial permanente e nas terceirizações. O gasto com o funcionalismo público caiu de 42.5% em 1998 para 40,95% em 2002, abaixo até dos limites absurda Lei de Responsabilidade Fiscal. Hoje, com o predomínio da terceirização e com a entrega de equipamentos públicos de saúde às organizações sociais, o Estado dirige quase 8% do seu orçamento com pagamentos de terceirizações. Trata-se de uma concepção rigorosamente neoliberal: Estado mínimo, corte de gastos sociais, terceirizações e privatizações.
Aliás, as privatizações são uma enorme mancha do governo tucano. O setor elétrico, o gás, parte do saneamento, o Banespa, parte da Nossa Caixa e as ferrovias foram privatizadas, sob o comando de Alckmin, ainda como vice-governador e como presidente do programa estadual de desestatização. Foram vendidos patrimônio público equivalente a R$ 71 bilhões (para se ter uma idéia, o orçamento anual do Estado é cerca de R$ 80 bilhões). Os serviços privatizados, no geral, pioraram e as tarifas explodiram.
Seria de se esperar que essa alienação de patrimônio público tivesse contribuído para a diminuição da dívida pública estadual. Ledo engano. As altas taxas de juros praticadas pelo governo FHC – e, infelizmente, também pelo governo Lula, que não enquadra o BC para que realize uma política monetária diferente – fizeram com que a dívida pública aumentasse 33,5% em termos reais. Todo ano, 13% da receita líquida real está comprometida com o pagamento da dívida pelas próximas décadas. O valor nominal da dívida pública de São Paulo era R$ 37,5 bilhões em 1994 e, hoje é R$ 104,5 bilhões.
Na verdade, a “contribuição” do governo Alckmin para São Paulo são as rebeliões e fugas da FEBEM (mais de 60 presidentes em 12 anos!), os pedágios caríssimos, e a construção desordenada de presídios no interior, o sucateamento da educação e da saúde, e a falta de qualquer perspectiva de desenvolvimento econômico impulsionado pelo Estado e articulado com o objetivo de distribuir renda. Afinal, como ele diz, “Estado não gera empregos” !!
A imagem positiva do governo Alckmin se deve à fenomenal blindagem que a mídia operou em todos estes anos. “Geraldinho” é o queridinho dos grandes jornais, dos banqueiros, da grande burguesia. Nada se exige do governador, as más notícias são escondidas, qualquer feito supervalorizado.
Isso explica os bons índices de aceitação do governador, além de uma certa incompreensão do PT-SP, que não compreendeu que a chegada dos tucanos ao governo de São Paulo se constituiu no núcleo articulador da implementação das políticas neoliberais. O PT titubeou na oposição combativa que deveria ter sido feita desde o início. Lembremos, que, já em 1989, Covas falava da necessidade de um “choque de capitalismo” no Brasil.
A campanha presidencial tem tudo para ser polarizada programática, política e socialmente. Alckmin tem a vantagem de deixar claro seu programa neoliberal e conservador. O PT deve encarar positivamente esse desafio. Mostrar que Lula é o candidato da esquerda, dos progressistas, dos que acreditam no papel do Estado, dos que querem desenvolvimento econômico com distribuição de renda. Para isso, é preciso que o programa do segundo governo aponte firmemente para outra política econômica, e que, enfim, iniciemos a transição para um Brasil pós-neoliberal.
Extratos revelam depósitos para caseiro
O caseiro Francenildo dos Santos Costa, que ganhou fama ao aparecer na CPI dos Bingos esta semana acusando o ministro Antonio Palocci de freqüentar a “casa do lobby”, montada por lobistas de Ribeirão Preto, pode ser um trabalhador humilde, como foi descrito diversas vezes, mas está longe de passar por dificuldades financeiras.
Época teve acesso a um conjunto de extratos de uma conta poupança na Caixa Econômica Federal em nome dele. A conta, de número 1048-8, fica na agência do Lago Sul, próxima à casa onde ele trabalha e mora. Segundo estes extratos, desde o início do ano, a conta recebeu depósitos de R$ 38.860,00.
Todos foram registrados como “depósitos em dinheiro”. Francenildo reconheceu os depósitos. De acordo com o caseiro, eles foram resultado de uma doação familiar.
Os extratos indicam que, quando o ano começou, a conta em nome do caseiro tinha um saldo de R$ 24,76. No dia 6 de janeiro, é registrado um depósito de R$ 10.000,00. Três dias depois, aparece um saque com cartão eletrônico de R$ 2.500,00.
Nos dias seguintes, há outros saques, de menor valor. Em 6 de fevereiro, aparece um outro depósito, desta vez de R$ 9.990,00. A conta fica parada até o dia 15 de fevereiro, quando há um saque de R$ 15.000,00, novamente com cartão eletrônico. Um dia depois, outro depósito, desta vez de R$ 10.000,00, mais uma vez em dinheiro.
No dia 3 de março, há o registro de mais um depósito, de R$ 3.870,00. Finalmente, em 6 de março há outro depósito no valor de R$ 5.000,00. No dia 16 de março, quando foi tirado o extrato, o saldo da conta é de R$ 19.662,35. Neste dia, Francenildo depôs na CPI.
Ao receber os extratos, a reportagem de Época entrou em contato com o advogado Wlício Chaveiro Nascimento, que representa o caseiro. Ele levou um susto. “Não sabia que ele tinha dinheiro. Estou defendendo ele de graça”.
Quinze minutos depois, o advogado telefonou para a redação. De acordo com ele, Francenildo reconheceu os depósitos, mas disse que o dinheiro veio de seu pai.
“Ele é filho bastardo do empresário Euripedes Soares da Silva, dono de uma empresa de ônibus em Teresina. O pai mandou este dinheiro em segredo, porque a família não sabe que ele ajuda o Francenildo”, disse o advogado.
Segundo o caseiro, o pai mandou R$ 25 mil. O saque de R$ 15 mil teria sido para comprar um carro. “Ele desistiu de comprar o veículo e depositou de novo boa parte do dinheiro, cerca de R$ 13 mil”.
O empresário Euripedes Soares confirmou à Época que fez os depósitos, mas negou que seja pai do rapaz. "O sobrenome dele é muito diferente do meu para eu ser pai dele", disse. Ele afirma que só vai explicar o motivo do depósito "depois de falar com um advogado".
EDUCAÇÃO
Alunos “enterram” ex-secretária
José Clemente Schwartz
Professores, funcionários, técnicos e alunos de rede estadual de ensino promoveram o enterro simbólico da ex-secretária de Educação, Rosa Cunha, ontem, em frente à Escola Souza Franco. A manifestação foi marcada por protestos, denúncias de irregularidades e de perseguições políticas e, principalmente, pela satisfação dos presentes que comemoravam a saída da secretária queimando um caixão que simbolizava o “enterro” da ex-secretária em plena avenida Almirante Barroso, sob salva de palmas.
Desde às 17h que o carro som da União dos Estudantes Secundaristas de Belém (Uesb) anunciava o que viria logo mais. Enquanto os manifestantes aguardavam a chegada dos coordenadores do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) e da “urna fúnebre”, as palavras de ordem dos militantes da Uesb incitavam os alunos que estavam dentro da escola aguardando a hora do portão ser aberto. Com a abertura do portão, às 17h45, a manifestação tomou corpo e, minutos depois, invadiu a avenida Almirante Barroso.
Quando chegou a picape trazendo a urna com uma boneca dentro para, enfim, fazer o enterro simbólico da secretária, os estudantes agiram antes dos técnicos, professores, funcionários e líderes do movimento estudantil. Sob queima de fogos e salva de palmas, os alunos levaram o caixão para o meio da avenida e queimaram-no com grande euforia.
Para o coordenador geral do Sintepp, Antônio Carlos, o ato simboliza uma mudança que será mantida com a pressão da classe. “Não vamos deixar mais que as decisões sejam tomadas a mercê de interesses particulares. Estamos programando uma paralisação estadual para o próximo dia 23, que significará o início de uma nova política de educação”, disse Antônio Carlos.
A deputada estadual Araceli Lemos (PSOL), que é professora, e sempre esteve ao lado da classe, apoiando na luta por melhores condições da educação no Estado, se pronunciou durante o ato. Ela ressaltou que o período em que Rosa Cunha esteve à frente da Secretaria de Educação foi marcado pelo prejuízo. “Essa Rosa só tinha espinhos que sangraram a educação no Estado. Temos mais é que comemorar a saída da megera da educação”.
Durante o ato, a professora concursada Socorro Jucá também mostrou sua indignação. Ela contou que foi transferida, das escolas Ulisses Guimarães e Augusto Meira, para o DAM/Seduc, no dia 8 de março, por perseguição política. “Ironicamente, no Dia Internacional da Mulher, eu fui transferida sumariamente por perseguição de uma mulher, porque eu estava denunciando irregularidades e falta de estrutura das escolas que trabalhava junto à imprensa e ao Ministério Público. Desde taxas para fazer provas os alunos são obrigados a pagar até a falta de água para os alunos e professores beberem fazem parte do relatório de irregularidades que vão contra a Lei de Diretrizes e Bases de Educação Nacional (LDB)”, argumentou, enumerando uma série de procedimentos praticados pela ex-secretária, opostos ao que prevê a LDB, alguns relacionadas ao setor administrativo e outros, às necessidades básicas de alunos e professores para que desempenhem suas atividades dentro das escolas.
A manifestação foi pacífica. Após o caixão ser queimado, houve a dispersão e o trânsito, que fora interditado, voltou ao normal.
Candidato tucano já discute linhas gerais de seu programa de governo com um grupo apelidado de "República dos Bandeirantes". Entre as propostas estão a retomada das privatizações, o fim do Ministério de Desenvolvimento Agrário e defesa da Área de Livre Comércio das Américas (Alca).
Marco Aurélio Weissheimer - Carta Maior
O Ministério Público do Trabalho (MPT), na figura do procurador Loris Rocha Pereira Júnior, vai entrar com um recurso na Justiça do Trabalho para afastar mais uma vez o gerente jurídico do Banco da Amazônia S/A (Basa), Deusdedith Brasil. No último dia 7, a juíza da 12ª Vara do Trabalho de Belém, Maria Valquíria Coelho, expediu liminar em ação movida pelo MPT, determinando o afastamento do assessor jurídico do órgão financeiro por conta de várias acusações de assédio moral. Entretanto, no dia 9 passado a desembargadora Elizabeth Newman determinou que o acusado retornasse às suas atividades normais.
As denúncias contra o gerente jurídico do Basa surgiram a partir de 2003, com uma denúncia formal feita à Associação dos Empregados do Basa (Aeba), assinada por 22 dos 26 advogados que atuam na instituição financeira. Nessa denúncia, ele é acusado de tratar de forma grosseira os seus subordinados, inclusive com declarações de que os advogados não sabiam escrever. Além disso, que Deusdedith Brasil tinha o hábito de procurar algo de errado no trabalho dos advogados com a intenção de puni-los ou depreciá-los.
Entre eles, está a ex-advogada do Basa e atual juíza do Trabalho, Odaíse Picanço Benjamim Martins. Em depoimento ao MPT, realizado este ano, após acatar a denúncia contra o gerente jurídico do Basa, ela afirma que Deusdedith implantou na gerência que responde o Relatório Individual de Trabalho (RIT), como forma de controlar todas as tarefas diárias dos funcionários lotados na assessoria jurídica.
Consta no depoimento da juíza, que durante uma reunião com o acusado, ela e a colega de trabalho, a advogada Ana Margarida Godinho, chegaram a indagar ao gerente jurídico se era necessário registrar as idas ao banheiro e “este respondeu que sim”.
Outro depoimento que consta na denúncia, aponta que Deusdedith chegou a sugerir a um dos advogados que apenas assinasse uma ação que estava sob a responsabilidade de outra advogada da repartição. Mas, diante da recusa do denunciante, Deusdedith determinou que fosse aberta uma auditoria para a instauração de um processo administrativo contra ele.
O que culminou para que o MPT desse credibilidade à denúncia dos advogados foi a demissão de Angélica Patrícia Almeida Monteiro, lotada na agência do Basa no Maranhão. Como ela desejava ser transferida para Belém e o seu pedido não foi atendido, no ano passado ela entrou com uma ação na Justiça do Trabalho, conseguindo a transferência no dia 21 de novembro. Mas para surpresa dela, no dia seguinte recebeu um comunicado da sua demissão, sem justa causa.
O procurador do Trabalho, Loris Rocha Pereira Júnior, observou que enquanto todos os subordinados do acusado são concursados, ele por sua vez não o é e “se vale de uma brecha no Estatuto do Basa que permite a sua contratação há vários anos”.

REGIMENTO ELEITORAL
Dispõe sobre as eleições de Delegados Sindicais 2006/2007 do BANCO DA AMAZÔNIA S/A.
CAPÍTULO I – Das Eleições
Art. 1o – As eleições de que trata este Regimento serão realizadas nos dias
Parágrafo Primeiro – O número de delegados efetivos e suplentes a serem eleitos são os seguintes:
a) 1 (um) para cada grupo de 80 funcionários ou fração, garantindo-se, no mínimo, 1 (um) por agência/unidade.
Parágrafo Segundo – Nas unidades que funcionem com turnos, será eleito um Delegado Sindical (Representante Sindical de Base) por cada turno.
Parágrafo Terceiro – O “Quorum” mínimo para validar as eleições é de 30 % dos empregados lotados na agência/unidade.
Art. 2o – Serão formadas nas agências/unidades as Comissões Eleitorais, compostas por dois funcionários, não candidatos, que terão função de compor a mesa receptora de votos, bem como adotar as demais providências para a consecução da eleição e apuração.
Parágrafo Único – As eleições serão realizadas nas agências/unidades do BASA, observadas as peculiaridades de cada caso.
Art. 3o – As inscrições estarão abertas no período de 17/02 a 03/03/2006.
Art. 4º - O Edital, o Regimento Eleitoral e a Ficha de Inscrição estarão disponíveis a todos os empregados na home page do Sindicato www.bancarios-pa-ap.org.br
Art. 5º - serão eleitores todos os empregados de cada agência/unidade do BASA no Pará e Amapá.
Art. 6º – Poderão ser candidatos todos os bancários do BASA, desde que filiados ao Sindicato dos Empregados
Art. 7o – As inscrições para o referido pleito deverão ser enviadas no período de 17/02/2006 a 03/03/2006 pelo e-mail secreger@directbr.com.br, pelo fax 3223-3507, pelo site www.bancarios-pa-ap.org.br, ou, ainda, entregues junto à Secretaria Geral do Sindicato dos Bancários, no horário de 08:00 às 17:00, de segunda à sexta-feira.
Parágrafo Único – O (s) candidato (s) poderá(ão) valer-se da intermediação da Comissão Eleitoral para fazer a inscrição, devendo a Comissão Eleitoral remeter as fichas de inscrição tempestivamente ao Sindicato o (s) nome (s) do (s) inscrito (s), até as 18 horas do último dia de inscrição, por uma das formas acima descritas.
Art. 8o – Os interessados em concorrer à referida eleição poderão se sindicalizar no momento da inscrição, preenchendo a FICHA DE SINDICALIZAÇÃO enviada junto com o material eleitoral .
Parágrafo Único – Se houver atraso na chegada do material de eleição caberá à Comissão Eleitoral ampliar o prazo de inscrição, mediante comunicado à Secretaria Geral do Sindicato.
Art. 9º - Caberá à Comissão Eleitoral imprimir todo o material necessário à realização das eleições que estará disponível no site do Sindicato dos Bancários www.bancarios-pa-ap.org.br durante o período de 17/02/2006 a 10/03/2006.
Art. 10º - A Comissão Eleitoral de agências/unidades que porventura tenham dificuldade de acessar o material necessário deverão entrar em contato imediato com o Sindicato dos Bancários, pelos fones 3241-7799/3241-8488 (Secretaria Geral), para que o mesmo seja viabilizado.
Art. 11o – A posse dos delegados sindicais( Representantes Sindicais de Base) e dos suplentes eleitos dar-se-á no dia 16 de março de 2006, às 19:00h, no Sindicato.
Parágrafo Primeiro – A definição dos Titulares e dos Suplentes dar-se-á pelo critério do número de votos obtidos pelos candidatos.
Parágrafo Segundo – Em caso de empate, considerar-se-á vencedor o candidato sindicalizado ao SEEB PA/AP há mais tempo.
Parágrafo Terceiro – O candidato que não obtiver voto não poderá ser empossado sequer como Suplente, ficando o Titular, neste caso, sem o respectivo substituto.
Art. 12o – O mandato de Delegado Sindical e Suplente será de 16 de março de 2006 até 15 de março de 2007.
Art. 13o – Caberá à Comissão Eleitoral providenciar lista com o nome do (s) concorrente (s), divulgando-a a todos os funcionários da agência/unidade.
Art. 14o – O eleitor assinará a Relação de Votantes, receberá em seguida a cédula de votação de um membro da Comissão Eleitoral e escreverá o (s) nome do (s) candidato (s) de sua escolha, no campo especificado na mesma.
Parágrafo Único – Caso a agência/unidade tenha direito a eleger mais de um Delegado, observado o disposto no art. 1o, parágrafo único deste regimento, os eleitores escreverão na cédula os nomes dos candidatos de acordo com o número de vagas existentes na unidade.
Art. 15o – Quando, independentemente de dia e/ou hora, todos os aptos a votar já tenham exercido o direito de voto, as eleições podem ser finalizadas, antecipadamente.
Art. 16o – Ao final da eleição, as mesas receptoras de votos serão automaticamente transformadas em mesas apuradoras, cabendo à Comissão Eleitoral preencher a Ata da Eleição, e informar imediatamente o resultado à Secretaria Geral do Sindicato, através do fax 3223-3507 ou e-mail secreger@directbr.com.br, remetendo via malote os documentos da eleição (Ata e Relação de Votantes e Cédulas) ao Sindicato dos Bancários PA/AP ou entregando na Secretaria Geral, no horário de 08:00 às 17:00h.
Art. 17o – Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria do Sindicato dos Bancários, mediante comunicação à Comissão Eleitoral.
Ação cautelar
A medida de ação cautelar concedida pela juíza também determina que o Basa adote providências capazes de não submeter, permitir ou tolerar que os empregados do Banco, e em especial os advogados da instituição, sofram assédio moral. O banco também só poderá admitir e manter em seu quadro de pessoal empregados submetidos a concurso público, sob pena de pagar multa de R$ 100 mil por cada admissão irregular.
Juíza determina afastamento de gerente jurídico
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Queixa de assédio moral entre os advogados do Banco da Amazônia (Basa) resultou no afastamento do gerente jurídico Deusdedith Brasil, que trabalhava há quase 40 anos na instituição. Ontem, a juíza da 12ª Vara do Trabalho de Belém, Maria Valquíria Coelho, expediu liminar em ação movida pelo Ministério Público, na qual manda afastar 'imediatamente' Brasil do cargo e impedi-lo de manter 'qualquer contato profissional' com os advogados daquela gerência até o final do trâmite do processo; ainda, determina que o Basa adote providências para impedir que os empregados sofram assédio moral; e também manda afastar os empregados admitidos sem concurso público, com o cuidado de não fazer a dispensa por motivo discriminatório ou retaliatório.
O MP afirma, conforme reproduzido na decisão judicial, que Deusdedith Brasil 'agride verbalmente' os advogados subordinados a ele, além de que o gerente jurídico demitiu um advogado 'em evidente prática de ato discriminatório'. Outro argumento do MP é que Brasil 'não convocou os aprovados no concurso público mesmo diante da necessidade de preenchimento de vagas em seu quadro de pessoal, caracterizando fraude na convocação de aprovados em concurso'. Em caso de descumprimento de qualquer das determinações fixadas na liminar, o Basa terá que pagar multa de R$ 100 mil, a ser revertida para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Os advogados do Basa depuseram no processo, dizendo que eram chamados de 'burro' e 'incompetente' pelo chefe, além de outras situações de assédio moral sofridas. Conforme a juíza informa na decisão, essas declarações foram 'comprovadas'. Na decisão, a juíza conclui que houve afronta ao princípio da dignidade humana, um dos fundamentos da Constituição Federal.
Ela determina que o Basa adote 'providências capazes de não submeter, permitir ou tolerar que os empregados sofram assédio moral, proibindo a exposição deles a qualquer constrangimento moral, tipo de perseguição ou agressividade no trato pessoal, assegurando o tratamento compatível com o princípio do respeito à dignidade da pessoa humana'.
Recurso - O afastamento de Deusdedith Brasil foi cumprido ontem mesmo. Por telefone, ele negou que tenha praticado o assédio moral contra qualquer funcionário do Basa: 'É muito fácil acusar. Os advogados que me acusam são os que não gostavam de trabalhar. Eu cobrava produção porque tínhamos que fazer a cobrança de dinheiro de um banco público, temos que lutar por ele. Eu tenho escritório (de advocacia). Sou patrão de colegas que estão há mais de 10 anos comigo', se defende. Mesmo afastado, ele informou que o banco vai recorrer da decisão.
Brasil estava aposentado, mas havia sido readmitido no Basa em cargo de livre nomeação. Ele argumenta que a decisão judicial foi 'equivocada', pois esse tipo de contratação é amparada no artigo 37 da Constituição Federal, bem como no artigo 50 do Estatuto do Basa que autoriza a admissão em função ou cargo comissionado de empregado com nível superior desde que a atividade seja equivalente à realizada antes da aposentadoria. 'Essa possibilidade (do estatuto) foi aprovada em parecer da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional', ressalta ele.
Ele reclamou que não teve direito a defesa no processo, sequer quando ainda estava na esfera do Ministério Público do Trabalho, ainda na fase de procedimento administrativo, quando a acusação de assédio moral estava sendo investigada. Segundo o advogado, o embróglio se iniciou em 2003, quando ele demitiu uma advogada por justa causa e, depois, surgiu um 'boato' interno que ela era tratada com 'rigor excessivo'.
'Eu fui chefe de divisão, coordenador de projetos e gerente adjunto várias vezes no Basa. Vou completar 40 anos de Basa em julho deste ano', ressalta.
Fonte: O Liberal
Comentário
O interessante é a afirmação que ele não coagiu ninguém na instituição e alegou direito de defesa quando anteriormente a bem pouco tempo demitiu de forma sumária uma trabalhadora do Banco.
CPF grátis
A Caixa Econômica Federal, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, nesta quarta, abriu sua caixa de bondades sociais.
Até sexta-feira, a instituição realizará a emissão de CPF gratuito para as mulheres.
Passa lá!
Quem estiver interessada pode procurar qualquer agência da Caixa, no horário do atendimento bancário. Poderá pedir o CPF, segunda via do documento ou, ainda, atualização cadastral.
Todos esses serviços estarão isentos da cobrança da taxa, que atualmente é de R$ 4,50.
O deputado estadual Mário Cardoso (PT) protocola até o meio desta semana uma noticia criminis no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que denuncia o nepotismo patrocinado pelo governador Simão Jatene na máquina pública estatal. Assim como a denúncia encaminhada em novembro do ano passado à mesa diretora da Assembléia Legislativa e ao Ministério Público do Estado, o parlamentar detalha que o governador tucano viola os princípios constitucionais da moralidade, legalidade e impessoalidade da administração pública, ao patrocinar um verdadeiro festival de contratações de parentes e agregados na administração estadual.
Cardoso conseguiu listar 22 pessoas, entre parentes diretos do próprio Jatene, de sua ex-esposa, Heliana Jatene, e da atual primeira-dama, Ana Maria Jatene que ocupam cargos no alto escalão governamental recebendo gordos vencimentos provenientes de DAS. Entre salários, férias, 13º e outros benefícios pagos pelo executivo, Cardoso avalia que as remunerações pagas aos 22 parentes e agregados do governador consomem um montante que se aproxima a R$ 1 milhão anuais. Existem denúncias ainda não comprovadas que a “lista familiar” de Jatene empregada no governo pode ultrapassar 70 pessoas.
O petista afirma que o governador é, acima de tudo, um servidor público e, ao não tomar providências para corrigir o fato, privilegia a si próprio, na medida em que beneficia diretamente sua própria família. “Isso é crime de peculato”, sentencia. O deputado reconhece que algumas pessoas da lista (a minoria, segundo ele) são concursados, mas que por serem parentes do rei, assumem cargo de confiança com altos salários. “Boa parte da lista é concursada por outros órgãos federais e foi colocada à disposição do Estado. Sob a influência direta de Jatene quando era secretário de Produção e agora como governador, galgaram postos chave na máquina. A evolução salarial dessas pessoas fala por si só”, justifica.
O deputado petista reconhece que alguns dos parentes de Simão Jatene já ocupavam cargos no governo, ainda na gestão do ex-governador Almir Gabriel, também do PSDB (1996-2002). Segundo ele, Simão Jatene era a “eminência parda” do governo de Gabriel. Os documentos que constam na ação demonstram que, mesmo os parentes que já ocupavam cargos públicos na gestão de Almir, começaram a subir na máquina pública estadual, em sua esmagadora maioria, a partir do ano de 2001 já estava definido que Jatene seria o candidato de Almir, na sucessão estadual.
Como todos os processos que chegam ao órgão e que envolvem o governo, o que denuncia o nepotismo na administração Jatene também estacionou no Ministério Público do Estado. Em fevereiro passado a assessoria jurídica do gabinete do deputado esteve no MP e constatou que a procuradoria de Justiça solicitou diligência aos órgãos onde estão empregados os parentes e agregados do governador em busca de informações que, até o momento, não chegaram, quatro meses depois da denúncia protocolada.
Denúncia não vinga na AL
Na Assembléia Legislativa, as denúncias do petista foram apresentadas à mesa diretora, que as encaminhou para a Procuradoria da casa, que negou o pedido de providências. Este parecer foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que o manteve. Mário Cardoso é integrante da CCJ e pediu vistas ao processo, elaborando um novo parecer, dessa vez favorável a que a casa instaurasse um procedimento para apurar as denúncias, com a criação de uma comissão processante. “Estamos no aguardo que o parecer volte para a pauta da comissão. Como sou minoria na CCJ, certamente o arquivamento do caso proposto pela procuradoria da casa será mantido”.
A ação no STJ pede destituição do cargo caso Jatene seja condenado. “A noticia criminis comunica ao STJ que o agente público cometeu ilícito penal. Já na parte cível, o Ministério Público pode ingressar com uma ação civil pública contra o governador ou um cidadão que se sinta indignado com a situação pode propor uma ação popular”, diz Cardoso. Ao receber a ação, o STJ a encaminhará para a Procuradoria da República, que decidirá se irá denunciar o governador por crime de peculato.
O artigo 37 da Constituição Federal veda o nepotismo no Executivo na medida em que exige do governante o cumprimento dos princípios da moralidade e da impessoalidade na administração pública. Mário Cardoso sustenta que a acumulação de rendimentos públicos pelos parentes de Jatene é um dos piores exemplos nacionais de enriquecimento ilícito de familiares às custas do erário. “Essa prática é um acinte ao funcionalismo público paraense que, em 70% dos casos, sobrevive, nestes dez anos de governo tucano, com apenas um salário mínimo por mês”.
Família unida
O “clã Jatene” empregado no governo possui três ramificações. Na primeira, estão os parentes de sangue: a filha, uma irmã e seis sobrinhos - e até a esposa de um sobrinho. Na segunda, os parentes da primeira esposa, Heliana Jatene, ela própria diretora da Escola de Governo. Na terceira, os parentes da segunda esposa, Ana Jatene, diretora do Programa de Articulação pela Cidadania (Pac).
Na ação formam incluídos mais de uma centena de documentos, entre cópias de diários oficiais do Estado e certidões cartorárias, que comprovam a nomeação, em larga escala, de parentes do governador Simão Jatene para cargos em confiança (DAS e Assessorias Especiais). Entre os parentes diretos do governador há, inclusive, um sobrinho que foi, a um só tempo, nomeado assessor e contratado como servidor temporário, e cujo contrato foi prorrogado até o final deste ano.
Outro caso curioso, é o de um irmão da primeira-dama, Ana Jatene que, apesar de ter sido nomeado diretor de Tecnologia da Prodepa, acabou ficando em 29º lugar, com a pontuação de 5.8, em concurso promovido, no ano passado, pelo Banpará, para técnico em informática.
Familiares e agregados de Jatene no governo
1) Parentes consangüíneos:
Izabella Jatene Souza - Filha do governador. Coordenadora do Programa Propaz. Salário: R$ 3.285,81.
Rejane Olga Oliveira Jatene (irmã) - Secretária adjunta de Saúde. Salário: R$ 3.942,86.
José Octávio Franco Jatene (sobrinho governador) - Secretário Adjunto de Indústria e Comércio e coordenador do Banco do Produtor. Salário: R$ 3.942,86.
Antonio Rivan Lima Jatene (sobrinho) - Coordenadoria de Comunicação Social (CCS). Salário: R$ 1.380,01.
Adenauer Jatene Sousa (sobrinho) - Assessor e servidor temporário da Fundação Cultural Tancredo Neves. Salário: R$ 1.380,01.
Marco Antônio Lima Jatene (sobrinho) - Sub-gerente operacional da Cosanpa em Castanhal. Salário: R$ 2.536,46.
Olga Maria Vidal de Lima Jatene (sobrinha) - Assessor Especial I do Propaz. Salário: R$ 2.536,46.
Alden Jatene Sousa (sobrinha) - Gerente de Projetos II, lotada na Escola de Governo. Salário: R$ 709,72.
2) Parentes e agregados da ex-esposa do governador, Heliana Jatene, diretora da Escola de Governo, com um salário de R$ 3.942,86:
Helena da Silva Silveira (irmã de Heliana) - Diretora da Prodepa. Salário: R$ 3.500,00.
Heloisa da Silva Mota Pereira (irmã) - Titular adjunta da Seteps. Salário: R$ 3.942,86.
Helielza da Silva Bezerra (irmã) - Assessora especial do gabinete do governador. Salário: R$ 3.285,81.
Heliene Silva de Azevedo Carvalho (irmã) - Coordenadora de Atendimento à Terceira Idade da Seteps. Salário: R$ 2.365,72.
Paulo Sérgio Mota Pereira (cunhado de Heliana, marido de Heloísa) - Presidente da Fundação Santa Casa. Salário: R$ 4.884,48. Paulo também acumulou contrato como médico do PAS, o programa de assistência médica aos servidores públicos, conforme o Diário Oficial do Estado de 02/01/2003. O contrato, firmado com o Ipasep, tem o número 053/2002.
Haroldo Costa Bezerra (cunhado,marido de Helielza Bezerra) - Secretário de Desenvolvimento Urbano. Salário: R$ 6.105, 60.
Ana do Socorro Nunes Moura Jatene Souza (esposa de um sobrinho do governador) - Lotada no gabinete da Defensoria Pública. Salário não quantificado (no seu caso, para o cálculo anual de rendimentos foi considerado o salário mínimo).
3) Parentes da primeira-dama Ana Maria Chaves da Cunha Jatene, atual esposa do governador, que é coordenadora do Programa de Articulação pela Cidadania (PAC) e detentora de um DAS-4, com lotação na Secretaria Especial de Produção (Diário Oficial do Estado de 02/09/1999) e salário de R$ 2.365,72:
Rosa Maria Chaves da Cunha (irmã de Ana Maria) - Secretária executiva de Educação. Salário: R$ 6.105,60.
Philadelpho Machado da Cunha Jr (irmão) - Secretário adjunto de Educação (Seduc). Salário: R$ 3.942,86.
Rodolpho Carlos Chaves da Cunha (irmão) - Chefe do Serviço de Transporte Aéreo do Governo do Estado. Salário: 3.285,81.
O registro da aposentadoria pedida por Rodolpho, com proventos de R$ 5.132,58, foi negado pelo Tribunal de Contas do Estado (acórdão 37.199, processo 2003/52792-0, publicado no Diário Oficial do Estado, edição 030369, de
02/02/2005).
Luiz Carlos Chaves da Cunha (irmão) - Foi diretor de Tecnologia da Prodepa, pelo menos até final 2004 - não se conseguiu localizar a sua exoneração, embora já não apareça mais por lá. Apesar do cargo estratégico na empresa paraense de processamento de dados, ficou em 29º lugar, com a humilde pontuação de 5.8, no recente concurso público do Banpará, para o cargo de técnico em informática (Diário Oficial do Estado, edição 030224, de 30/06/2004). Tem até site na Internet, onde oferece massagem terapêutica a módicos R$ 15. Na Prodepa, seu salário era de R$ 3.500,00.
Luiz Carlos Chaves da Cunha Júnior - Sobrinho de Ana Maria (é filho de Luiz Carlos Chaves da Cunha). Coordenador do Núcleo da Prodepa, em Santarém. Salário: R$ 2.800,00.
Fonte: Diário do Pará