Caso haja interesse, o Banco da Amazônia pode a qualquer momento chamar as entidades para retomar as negociações. A continuidade da greve demonstra ao Banco e ao TST a força, resistência e determinação do movimento, também a vontade da categoria em ter suas reivindicações específicas atendidas. Já é hora da instituição atender aos anseios de seus empregados e tratá-los com o devido respeito, chega de intransigência! Os empregados do BASA entenderam que a greve é um direito e só se fazendo valer dele é que chegaremos ao alcance dos demais!!!
Este é o blog e alimentado de informações por Igor Téo que tem por objetivo repassar aos trabalhadores informações sobre a atualidade e para dar conhecimento a todos do movimento sindical bancário na Amazônia.
segunda-feira, outubro 31, 2011
domingo, outubro 30, 2011
Movimento contra a divisão do Pará toma as ruas de Belém neste domingo
O Movimento em Defesa do Pará: 'Eles não querem o nosso bem, mas os nossos bens' realiza neste domingo (30) a 2ª Marcha popular contra a divisão do Estado. A caminhada terá início às 9h, com concentração na Praça dos Estivadores, no centro da capital. De lá, segue pela Avenida Presidente Vargas em direção à Praça da República.
O grupo quer com a manifestação esclarecer a sociedade sobre o plebiscito da divisão. 'Neste domingo vamos esclarecer a sociedade os problemas que serão trazidos com a divisão e que todos os índices, frutos de pesquisas mostram essa inviabilidade. Queremos conscientizar principalmente que é a própria sociedade quem vai decidir', afirma um dos organizadores do movimento, professor Augusto Pantoja.
A marcha contará com a participação de estudantes, simpatizantes, autônomos, movimentos sociais, integrantes de outras frentes contra a divisão e sociedade em geral. A primeira caminhada, realizada no mês de agosto reuniu mais de cinco mil participantes. A expectativa é que em função da proximidade do plebiscito, este número aumente.
Redação Portal ORM
sexta-feira, outubro 28, 2011
TST nega pela 2º vez pedido de Liminar.
Belém, 28/10/2011 17h45
A notícia é preliminar, mas é necessária a sua divulgação. A AEBA entrou em contato com o Gabinete da Ministra Maria Cristina Peduzzi, que conciliou a audiência do Dissídio entre Diretoria do Banco da Amazônia e entidades representativas dos trabalhadores.Recebemos a informação de que foi encaminhado à publicação o despacho da magistrada a respeito do pedido do BASA para obrigar o fim da paralisação. A Ministra NEGOU O PEDIDO, alegando ausência de pressupostos.
A publicação deve acontecer apenas na próxima semana, mais precisamente na quinta-feira, 03/11, quando também será marcada a audiência de julgamento. Mas a notícia também foi confirmada por nossa assessoria de comunicação com o advogado representante da CONTEC em Brasília, Dr. Torres.
Ou seja, continuamos em greve! Todos à Luta, colegas. Não há arma mais poderosa contra a intransigência do Banco do que a mobilização dos trabalhadores. NOSSA GREVE CONTINUA LEGAL!
Reunião de conciliação do BASA termina sem acordo

Acabou sem acordo a audiência de conciliação com o Banco da Amazônia S.A., realizada nesta quinta-feira (27/10), no Tribunal Superior do Trabalho, em face do Dissídio de greve no 7433-50.00.0000.
Depois de repetir a última contraproposta já reprovada pelas assembléias dos empregados, a Direção do banco recusou as propostas da Ministra Instrutora Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, Vice-Presidente do Colendo Tribunal Superior do Trabalho, sendo a primeira:
a) reajuste salarial de 9%;
b) piso salarial de R$ 1.520,00;
c) reajuste do valor do reembolso do plano de saúde no importe de 9%;
d) compensação dos dias de greve à razão de uma hora compensada para cada duas horas de paralisação; e,
e) imediato retorno ao trabalho, e a segunda, alterando parcialmente a proposta para implementação, pelo banco, no prazo de seis meses, contados desta data, de modelo de plano de saúde complementar, condicionada à aceitação dos trabalhadores, que mantenha padrão de qualidade e acarrete efetiva redução da contribuição dos empregados no custeio do benefício, que não tem natureza salarial.
O banco renovou o requerimento de deferimento da medida liminar para suspensão da greve, o que foi rebatido pelo advogado da CONTEC, ficando a Ministra instrutora de decidir sobre o requerimento para publicação amanhã. Instruído o processo, foi sorteado relator o Ministro Fernando Enzo Ono.
Fonte: Diretoria Executiva da CONTEC- http://www.contec.org.br/c
Veja o que dis o site do TST
Banco da Amazônia e comando de greve não chegam a acordo no TST
O Banco da Amazônia S.A. (BASA) e os representantes dos empregados em greve não conseguiram chegar a acordo hoje (27) em audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho. Embora a greve nacional dos bancários tenha terminado após um acordo a Fenaban, os empregado do banco continuaram com a paralisação. As partes chegaram a um acordo no TST sobre o reajuste de 9% e piso salarial de R$ 1.523, mas o impasse continuou quanto ao valor da participação da instituição no plano de saúde.
O BASA não aceitou a proposta da vice-presidente do TST, ministra Maria Cristina Peduzzi, que presidiu a audiência, de que fosse garantida a implementação de um modelo de plano de saúde que, em seis meses, reduzisse efetivamente o valor pago pelos trabalhadores. Sem um acordo, a ministra sorteou o nome do ministro Fernando Eizo Ono como relator do dissídio coletivo suscitado pelo banco.
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: DC 7433-20.2011.5.00.0000
Fonte: http://ext02.tst.gov.br/pl
Banco da Amazônia e comando de greve não chegam a acordo no TST
O Banco da Amazônia S.A. (BASA) e os representantes dos empregados em greve não conseguiram chegar a acordo hoje (27) em audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho. Embora a greve nacional dos bancários tenha terminado após um acordo a Fenaban, os empregado do banco continuaram com a paralisação. As partes chegaram a um acordo no TST sobre o reajuste de 9% e piso salarial de R$ 1.523, mas o impasse continuou quanto ao valor da participação da instituição no plano de saúde.
O BASA não aceitou a proposta da vice-presidente do TST, ministra Maria Cristina Peduzzi, que presidiu a audiência, de que fosse garantida a implementação de um modelo de plano de saúde que, em seis meses, reduzisse efetivamente o valor pago pelos trabalhadores. Sem um acordo, a ministra sorteou o nome do ministro Fernando Eizo Ono como relator do dissídio coletivo suscitado pelo banco.
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: DC 7433-20.2011.5.00.0000
O BASA não aceitou a proposta da vice-presidente do TST, ministra Maria Cristina Peduzzi, que presidiu a audiência, de que fosse garantida a implementação de um modelo de plano de saúde que, em seis meses, reduzisse efetivamente o valor pago pelos trabalhadores. Sem um acordo, a ministra sorteou o nome do ministro Fernando Eizo Ono como relator do dissídio coletivo suscitado pelo banco.
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: DC 7433-20.2011.5.00.0000
quinta-feira, outubro 27, 2011
DISSÍDIO VAI A JULGAMENTO. A GREVE continua e a culpa é do Banco!
Belém, 27/10/2011 18h52
A audiência de Conciliação do Dissídio Coletivo, ajuizado unilateralmente pelo Banco da Amazônia contra as entidades representativas de seus trabalhadores terminou, e os negociadores da Instituição mantiveram a tradição da intransigência. Nem mesmo as sugestões da própria Ministra que conciliava as partes foram analisadas. O BASA descartou todas as propostas. Mesmo quando a negociação passou a tratar apenas dos repasses ao Plano de Saúde dos empregados, o Banco endureceu.
Os prazos para apresentação de documentos foram abertos e a audiência de julgamento ainda não foi marcada, mas a greve dos empregados continua legal. Na tarde de amanhã (28), a Ministra fará um pronunciamento sobre a permanência da greve ou estipulará um percentual por Agência. O importante nesse momento é manter a mobilização em resposta a atitude intransigente do BASA.
Manteremos o piqueteem frente ao prédio sede e convidamos os colegas de Agências a manterem a paralisação em suas unidades. Nossos esforços são nossa maior arma. Nesta sexta-feira, 28.10, a greve continua! Participe!
TST nega liminar ao Basa que pedia retorno imediato de grevistas ao trabalho
Ministra afirma que “a greve foi deflagrada nos termos da Lei”. Diretoria mente ao dizer que o Basa é o único banco em greve no país!
26/10/2011 às 10:15
Ascom/SEEB-MA
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Mais uma derrota da diretoria Banco da Amazônia (Basa)! Nesta terça-feira (25), a ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), negou a liminar interposta pelo Basa (Processo DC-7433-50.2011.5), que pedia o retorno imediato dos grevistas ao trabalho.
Em seu despacho, a ministra afirma que “a greve [dos bancários] foi deflagrada nos termos da Lei” e ressalta que o banco “não apresentou argumento consistente” comprovando que a paralisação é abusiva.
No pedido de liminar, o Basa ainda mentiu para a Justiça ao dizer que era “a única instituição financeira ainda em greve”, esquecendo-se que o movimento paredista no Banco do Nordeste continua firme e forte em vários estados brasileiros, inclusive, no Maranhão.
Em mais uma atitude desrespeitosa e autoritária com seus empregados, o Basa ignorou o anseio da categoria de negociar na mesa permanente e ajuizou o dissídio econômico. Vale ressaltar que o Basa foi o único banco que preferiu o Judiciário ao invés da negociação com seus empregados.
Por isso, cabe a pergunta: terá sido por incompetência ou pura intolerância? Nesta quinta-feira (27) às 16h, em Brasília, o TST agendou uma audiência de conciliação para que empregados, entidades sindicais e banco entrem em acordo.
Participarão da audiência: representantes do Banco da Amazônia, do Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA), da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) e da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).
BANCÁRIOS: DIGAM NÃO À INTOLERÂNCIA E AO AUTORITARISMO! FORTALEÇAM NOSSA GREVE!
Em seu despacho, a ministra afirma que “a greve [dos bancários] foi deflagrada nos termos da Lei” e ressalta que o banco “não apresentou argumento consistente” comprovando que a paralisação é abusiva.
No pedido de liminar, o Basa ainda mentiu para a Justiça ao dizer que era “a única instituição financeira ainda em greve”, esquecendo-se que o movimento paredista no Banco do Nordeste continua firme e forte em vários estados brasileiros, inclusive, no Maranhão.
Em mais uma atitude desrespeitosa e autoritária com seus empregados, o Basa ignorou o anseio da categoria de negociar na mesa permanente e ajuizou o dissídio econômico. Vale ressaltar que o Basa foi o único banco que preferiu o Judiciário ao invés da negociação com seus empregados.
Por isso, cabe a pergunta: terá sido por incompetência ou pura intolerância? Nesta quinta-feira (27) às 16h, em Brasília, o TST agendou uma audiência de conciliação para que empregados, entidades sindicais e banco entrem em acordo.
Participarão da audiência: representantes do Banco da Amazônia, do Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA), da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) e da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).
BANCÁRIOS: DIGAM NÃO À INTOLERÂNCIA E AO AUTORITARISMO! FORTALEÇAM NOSSA GREVE!
quarta-feira, outubro 26, 2011
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