terça-feira, agosto 28, 2012

Denúncia | A manipulação das pesquisas já começou


26 de agosto de 2012 | Categoria: Notícias

NOTA DA FRENTE BELÉM NAS MÃOS DO POVO (PSOL-PCdoB-PSTU)
DENÚNCIA – A MANIPULAÇÃO DAS PESQUISAS JÁ COMEÇOU
1. Na edição deste domingo (26), o jornal O Liberal publica uma pesquisa de intenção de voto do instituto Vox Populi para a Prefeitura de Belém que, mais uma vez confirma a liderança de Edmilson por ampla margem de vantagem em relação aos outros candidatos. No entanto, o tratamento editorial que compara as pesquisas de dois institutos (Ibope e Vox Populi) diferentes, com metodologias e desenho amostral distintos fere qualquer norma de bom jornalismo. Ao utilizar esta manobra, com apoio de gráficos e recursos visuais o jornal pretende passar a seus leitores a falsa impressão de que teria havido ao longo das últimas duas semanas mudanças significativas nas intenções de voto, com queda ou crescimento entre os diversos concorrentes.
2. Para ampliar o conteúdo manipulador, o texto de abertura da “matéria”, na mesma primeira página, afirma que a pesquisa Vox Populi “mostra mudança na intenção de voto após início do horário eleitoral”, sem destacar que até a data da publicação da pesquisa tinham ido ao ar tão somente dois programas eleitorais gratuitos para prefeito e um número limitado de inserções o que, como é óbvio, é muito pouco para sustentar tal afirmação.
3. Embora a pesquisa da Vox Populi confirme a liderança folgada de Edmilson, é evidente que a manipulação das pesquisas eleitorais já começou – recurso típico de candidatos com muito dinheiro e poucos votos- numa tentativa espúria de influenciar a definição de votos do eleitorado e tentar desta forma anti-ética, deter a maré crescente pró- Edmilson, visível de tal forma nas ruas de Belém que torna factível, inclusive, a vitória no primeiro turno, como até mesmo a pesquisa Vox Populi confirma.
4. A Frente Belém nas Mãos do Povo conclama seus militantes e apoiadores a permanecerem vigilantes e mobilizados para denunciar o vale tudo eleitoral e qualquer tentativa de manipulação das pesquisas eleitorais. A utilização de métodos desqualificados na disputa ainda nos primeiros dias da contenda eleitoral revela o desespero daqueles que temem a volta de Belém para as mãos do seu povo.
Belém, 26 de agosto de 2012
Coordenação da Frente Belém nas Mãos do Povo (PSOL-PCdoB-PSTU)

domingo, agosto 26, 2012

Governo encerra negociações com grevistas pelo País


Representantes tem até terça-feira (28) para assinarem os acordos de reajuste
Da Agência Brasil

  • Representantes do Governo e dos sindicatos à mesa de negociação
    Sergio Mendonça, secretário do Ministério do Planejamento, negocia com servidores de Ciência e Tecnologia (Antônio Cruz / ABr)

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O governo encerrou neste domingo (26) as rodadas de negociações com os servidores públicos federais em greve. O Ministério do Planejamento deu prazo até a próxima terça-feira (28) para que os representantes das categorias assinem os acordos concordando com o reajuste de 15,8%, dividido em três anos, proposto pelo governo.

As categorias que não concordarem ficarão sem aumento. Apesar de os trabalhadores saírem das negociações insatisfeitos com o percentual oferecido pelo governo, o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, disse estar confiante de que a maioria das categorias vai assinar o acordo.

— Encerramos esse longo processo de negociação. Amanhã e terça-feira vamos aguardar os retornos e estamos estruturando os projetos de lei daquelas categorias que estão aceitando fazer o acordo com o governo. Tivemos a sinalização de diversas categorias que vão topar.
Desde março, quando foi iniciado o processo de negociação salarial, foram mais de 200 reuniões para discutir o reajuste dos servidores com mais de 31 entidades sindicais. Apenas neste final de semana foram realizadas 12 reuniões com representantes do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), dos controladores de voo, da Aneinfra (Associação Nacional dos Analistas e Especialistas em Infraestrutura), trabalhadores da área de ciência e tecnologia e do Itamaraty.

No próximo dia 31 termina o prazo para o envio do Orçamento ao Congresso Nacional, com a previsão de gastos com a folha de pagamento dos servidores para 2013.

Até o momento, só as negociações com a área da educação, segmento considerado estratégico e prioritário pelo governo, foram resolvidas. Apenas a Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições de Ensino Superior), que representa a minoria dos docentes federais, e a Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras), representante dos técnicos administrativos universitários, aceitaram a proposta do governo.

Para os professores universitários, a proposta acordada foi de reajustes que variam entre 25% e 40%, nos próximos três anos, e redução do número de níveis de carreira de 17 para 13. A oferta terá custo de R$ 4,2 bilhões para a folha de pagamento.

No caso, dos servidores administrativos das universidades, o impacto do reajuste será de R$ 2,9 bilhões. O acordo prevê além do reajuste "parâmetro", incentivos à titulação. Todas as propostas feitas pelo governo, se aceitas, devem onerar em R$ 18,95 bi os gastos com pessoal no período de três anos. As ofertas preveem reajustes de 15,8%, fracionados até 2015.

O Ministério do Planejamento estima que a greve envolva cerca de 80 mil servidores públicos federais. Em contrapartida, os sindicatos calculam que cerca de 350 mil funcionários aderiram ao movimento.
 
Mapa da greve dos servidores públicos federais
Paralisação atinge áreas da saúde, educação, previdência e segurança
Justiça Federal
Servidores110 mil
Em grevecerca de 50% (SP, DF, MT, RS, BA, SC)
Salário médioauxiliar (R$ 2.878)
técnico (R$ 5.176,50)
analista (R$ 8.493,50)
Reivindicações: revisão do plano de cargos e salários
e reajuste de 33% no salário
 
Polícia Federal
Servidores9.000
Em greve7.000
Salário médio de agente R$ 9.700,00
Salário médio de delegadoR$ 16.500,00
Reivindicações: reestruturação de carreira com equiparação salarial aos demais cargos de nível superior do Executivo, como auditor da Receita Federal e AGU (Advogacia-Geral da União), que terminam as carreiras com salário médio de R$ 16 mil.
 
Polícia Rodoviária Federal
Servidores9.100
Em greveApenas os agentes do Piauí
não aderiram ao movimento.
Salário médioR$ 6.800,00
Reivindicações: reestruturação salarial e da carreira, realização de novos concursos, aumento do efetivo, reconhecimento do nível superior, além do aumento dos auxílios alimentação, saúde, creche e transporte.
 
Professores de Universidades Federais
ServidoresCerca de 68 mil (56 das 59
universidades estão paradas)
Em greveNão divulgado
Salário médio R$ 8.601,00
Reivindicações: reestruturação da carreira docente, melhoria nas condições de trabalho
e reajuste salarial de 22%.
 
Funcionários de universidades federais
Servidores182 mil
Em greveSomente 30% cumpre
expediente realizando
serviços essenciais.
Salário médioR$ 1.034,59
Reivindicações: reajuste salarial de 25% e aumento do piso de 22,8%.
 
Servidores da Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social
Servidores230 mil
Em greve70 mil
Salário médio R$ 2.700,00
Reivindicações: equiparação salarial com o INSS, que tem piso de R$ 6 mil, plano de carreira
e aumento no ticket alimentação. A categoria também reivindica jornada de trabalho de 30 horas e abertura de concursos para novos servidores.
 
Analistas da Receita Federal
Servidores7,5 mil
Em greveSomente 30%
estão prestando
serviços essenciais.
Salário médioR$ 7.996,00
Reivindicações: aumento salarial de 30% para 2013 e 25% para 2014 e 2015.
 
Auditores da Receita Federal
Servidores11,5 mil
Em greveEntre 80% e 90%
aderiram a
movimento grevista.
Salário médioR$ 16.525,00
Reivindicações: reajuste salarial e recomposição da inflação de 30,19%
 
Servidores do INSS
Servidores36,1 mil
Em greveNão divulgado
Salário médio R$ 4.500,00
Reivindicações: reajuste salarial, jornada de trabalho de 30 horas semanais
e contratação de novos servidores

Servidor que mantiver greve ficará sem reajuste, diz governo

Essa é a verdadeira face do PT! Sem diálogo com os trabalhadores.

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NATUZA NERY
FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA
O governo da presidente Dilma Rousseff decidiu dar um ultimato aos líderes grevistas: ou suspendem as paralisações ou não terão aumento algum.
O recado tem sido dado nas negociações. Nas palavras de um assessor presidencial, a máxima "é pegar ou largar". A ideia do governo é dar o reajuste apenas às categorias que aceitarem o acordo.
As categorias paradas têm até 31 de agosto para aceitar a proposta do governo de reajuste de 15,8% até 2015. Trata-se do prazo final, estabelecido em lei, para o envio do orçamento programado de 2013 ao Congresso Nacional.
O Ministério do Planejamento quer encerrar ainda neste fim de semana as negociações com todas as carreiras, já avisadas do limite orçamentário definido pela equipe econômica.
A expectativa é que, a partir de segunda, sejam assinados os acordos com os sindicatos que concordarem, não havendo mais espaço para discussões detalhadas.
Ontem o governo dizia ter sinais de que servidores do Legislativo também vão aderir ao acordo.

Joel Silva/Folhapress
Policiais rodoviários federais protestam em SP; governo diz que servidor que manter greve ficará sem reajuste
Policiais rodoviários federais protestam em SP; governo diz que servidor que manter greve ficará sem reajuste
DECISÃO
"A categoria vai assumir o ônus da decisão. Se rejeitar [a oferta], estará ciente do que está rejeitando. Só nos resta encaminhar", afirma Josemilton Costa, coordenador-geral do Condsef (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal).
Ele afirma que ainda não há uma definição sobre a continuidade ou fim da greve após o prazo legal de 31 de agosto. Na prática, a greve pode continuar, mas o Executivo não tem como atender às reivindicações após isso.
Ontem, técnicos-administrativos das universidades federais assinaram a proposta, terminando negociação entre governo e o setor de educação.

Editoria de arte/Folhapress
FIM DO DIÁLOGO
O governo deu por encerrado o diálogo com os professores de instituições federais.
Apesar de algumas universidades terem encerrado a paralisação, a maioria das 59 federais continuam sem aulas.
Oficialmente, o Ministério do Planejamento desde o início argumenta que os reajustes solicitados são inviáveis diante do cenário de crise econômica internacional.
Se toda a demanda fosse atendida, a União gastaria R$ 92 bilhões, metade da folha de pagamento atual. Mais: para o governo, os aumentos pedidos estão fora da realidade no serviço privado.

sábado, agosto 18, 2012

Não sei se o pior é a Dilma, as frases do Lula ou o pelegismo da Condsef-CUT


Lula defende rigor de Dilma com greves

Ex-presidente diz que governo nem sempre pode atender a reivindicações e que sucessora ‘quer ajudar mais pobres que não têm salário’

15 de agosto de 2012 | 22h 30
 
 Dilma fala a empresários enquanto servidores protestam em frente ao Palácio do Planalto - Dida Sampaio/AE
José Maria Tomzalea e Lu Aiko Otta, de O Estado de S. Paulo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu na quarta-feira, 15, a posição da presidente Dilma Rousseff sobre a greve dos servidores federais, ao afirmar que o governo nem sempre pode atender às reivindicações. O ex-presidente destacou que Dilma "quer ajudar as pessoas mais pobres, que não têm salário". "É direito dos trabalhadores fazer greve, mas é direito do governo atender ou não", disse, após gravar para o horário eleitoral gratuito de candidatos do PT num hotel da zona sul de São Paulo. 

A greve mobiliza no País cerca de 350 mil funcionários públicos de pelo menos 36 categorias. A direção do PT teme que as paralisações possam produzir impacto negativo nas eleições deste ano. 

Na quarta, representantes do INSS e de inúmeras categorias de grevistas protestaram em frente ao Palácio do Planalto, fechando o trânsito no local. A manifestação, que entrou pela noite, obrigou a presidente a deixar o Palácio pelos fundos. Assim que os manifestantes tomaram a praça dos Três Poderes e avançaram em direção ao Planalto, a segurança foi engrossada pelo Batalhão de Choque, que chegou com escudos, armas em punho e cachorros. Os manifestantes carregavam faixas "Fora Dilma" e "queremos reajuste".

Para Lula, o governo está disposto ao diálogo, mas depende do Orçamento a ser votado. "As pessoas devem compreender que o governo não tem todo o dinheiro que a gente lá fora pensa que tem. O dinheiro é limitado.

Ele defendeu um acordo entre governo e trabalhadores e disse que as pessoas não podem perder a esperança porque sua sucessora na Presidência tem sensibilidade social e quer ajudar. Lula citou a crise internacional que afeta a Europa e outros países e lembrou que, embora o Brasil sofra menos, o País está inserido numa economia globalizada. "Ela (Dilma) tem outras coisas para fazer investimentos, como a infraestrutura, que é importante para melhorar a vida do povo."

O ex-presidente recordou que também enfrentou manifestações quando estava na Presidência e achava engraçado o fato, já que, como líder sindical, também liderou muitas greves. "Até entrei em passeata contra mim mesmo", brincou Lula. 

Calendário. O governo negocia com os servidores públicos em greve para reduzir o valor dos pedidos de aumento, que somam R$ 92 bilhões. Na reunião que a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, teve na última segunda-feira, 13, com a presidente Dilma ficou sacramentado que o valor disponível para conceder reajustes é muito inferior ao pleiteado pelos servidores. A estratégia, então, é contar com o calendário para forçar os funcionários públicos a aceitar correções salariais mais modestas ou, em alguns casos, nada. 

Pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), os reajustes salariais só podem ser pagos se o Executivo tiver enviado projeto de lei propondo os novos valores até o dia 31 de agosto do ano anterior. Esse é também o prazo máximo para envio da proposta do Orçamento para o ano seguinte, onde estará a previsão de gastos adicionais com salários. 

"Não adianta manter greve depois do dia 31", disse o presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Costa. "A perspectiva legal de atender a algum pedido depois de fechado o orçamento é nenhuma." 

O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, destacou a necessidade de lidar com as especificidades de cada carreira. Segundo ele, qualquer aumento depende do "espaço orçamentário". Ontem, quatro horas de reunião não foram suficientes para resolver os impasses entre os técnicos administrativos das universidades e institutos federais e o governo. /COLABORARAM TÂNIA MONTEIRO e DÉBORA ÁLVARES

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lula-defende-rigor-de-dilma-com-greves-,917081,0.htm

sábado, agosto 11, 2012

Ibope divulga pesquisa: Edmilson lidera disparado


O candidato Edmilson Rodrigues lideram com folga a disputa pela prefeitura de Belém. De acordo com a pesquisa do Ibope Inteligência, encomendada pela TV Liberal, o candidato desponta com 42% das intenções de voto.

quarta-feira, agosto 08, 2012

Três categorias engrossam greve federal com paralisação de 24 horas

Funcionários do Banco Central, Receita Federal e delegados e peritos da Polícia Federal (PF) cruzarão os braços amanhã

Valor Online |

A greve parcial dos servidores públicos federais ganha novas adesões com paralisações de 24 horas previstas para esta quarta-feira. Funcionários do Banco Central, Receita Federal e delegados e peritos da Polícia Federal (PF) cruzarão os braços amanhã. Os servidores do Tesouro estão paralisados por 48 horas desde segunda-feira.
Leia também:
Reflexo da greve da Polícia Federal será diferente em cada Estado, diz federação
Governo propõe reajuste de 15,8% para técnicos de federais até 2015
A onda de greves, que tem como principal reivindicação o reajuste linear de 22% nos vencimentos básicos, se espalha pela Esplanada dos Ministérios. Há mais de 40 dias estão paralisados mais de 350 mil servidores de 35 órgãos públicos de 26 unidades da federação, segundo sindicatos e confederações de várias categorias.
Até agora apenas os professores de universidades e institutos de ensino técnico federal e os técnicos-administrativos dessas instituições receberam propostas formais de reajuste feitas pelo governo - a oferta inclui aumentos diferenciados entre 25% e 40%.
Uma das primeiras categorias a parar, os funcionários de agências reguladoras aproveitarão a quarta-feira para realizar um ato no porto de Santos. O objetivo é "conscientizar mais servidores" a aderir à paralisação que, segundo o Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências), já chega a 60% dos funcionários de dez agências reguladoras, além do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). A categoria reivindica reajuste de 30,19%.
Esta terça-feira deve marcar, porém, o último dia de paralisação dos servidores do Tesouro Nacional e da Controladoria-Geral da União (CGU). O Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical) estima em 60% a adesão dos servidores da área. Até a tarde de amanhã os servidores decidirão se haverá nova paralisação de 48 horas na próxima semana.
O Sindicato Nacional dos Funcionários do BC (Sinal) espera que 80% dos 4.540 servidores da instituição deixem de trabalhar nesta quarta-feira para reivindicar aumento de 23% nos salários, o que corresponderia às perdas decorrentes da inflação nos últimos quatro anos, segundo o sindicato. Os servidores presentes na última assembleia do BC votaram também por marcar novo encontro para a semana do dia 20 de agosto, quando decidirão se entram em greve por tempo indeterminado.
Para a Receita, a expectativa do Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal (Sindireceita) é que 5,5% dos auditores de zonas secundárias (ou seja, 500 de 9 mil servidores) viajem até Brasília para engrossar a manifestação dos servidores prevista para as 15h de amanhã. A "operação- padrão" nas aduanas continua e não tem prazo para terminar. A categoria pede reajuste salarial de 30,19%.
A paralisação dos delegados e peritos da PF deve prejudicar a emissão de passaportes e o controle em aeroportos. Mas atividades essenciais serão mantidas. A categoria pede realização de concurso e recomposição salarial para cobrir a inflação dos três últimos anos.

segunda-feira, agosto 06, 2012

XI ENEB - Categoria soma forças em evento democrático que definiu estratégias sólidas para a Campanha Salarial 12/13


                            



XI ENEB estabelece nível estratégico de atuação com proposições sólidas para avanços nas conquistas dos trabalhadores e o desenvolvimento do Banco.

PAINEL 1: Um Novo Modelo de Desenvolvimento Regional para a Amazônia e o Papel do Banco da Amazônia Frente aos Novos Desafios Regionais.

Moderador: Silvio Kanner (Presidente da AEBA)
Painelistas:
Msc. Fauze Achcar Chelala (UFPA) - CLIQUE E CONFIRA O MATERIAL UTILIZADO
Dr. Gilson Costa (NAEA-UFPA)
Msc. Adolfo Neto (UFPA)
Esp. Oduval Lobato Neto (Representante do Banco da Amazônia) - CLIQUE E CONFIRA O MATERIAL UTILIZADO


PAINEL 2: Defender a CASF: Repensando um Novo Modelo de Financiamento da Saúde dos Trabalhadores

                     Moderadora: Ellen Pessoa (Diretora da AEBA)
Painelistas:
Madison Paz (Aposentado do Banco) - CLIQUE E CONFIRA O MATERIAL UTILIZADO
Marlon George (Diretor da AEBA e Conselheiro da CASF) - CLIQUE E CONFIRA O MATERIAL UTILIZADO

 

PAINEL 3: Discussão CAPAF

Painelista:
José Roberto (Assessor da AEBA)

PAINEL 4: Campanha Salarial 2012: A Organização dos Trabalhadores Frente aos Desafios Impostos pela Crise Econômica.

                      Moderador:Marlon Palheta (Diretor da AEBA)
Painelistas:
Silvio Kanner (AEBA)  - CLIQUE E CONFIRA O MATERIAL UTILIZADO
Marcos Tinôco SEEB-RN (SEEB-RN)
Bento José (MNOB)

PAINEL 5: Carta do XI ENEB


DESTAQUE DOS PAINÉIS:

     Fauze Chelala levantou questões sobre o desenvolvimento e o que o determina fundamentalmente e pontuou quesitos básicos e determinantes na promoção do desenvolvimento entre eles, o compromisso dos gestores; a qualidade dos planos; a competência das equipes executoras e a preocupação com o futuro das atuais gerações. No caso do banco da Amazônia, Fauze destacou que o governo é quem poderia e deveria determinar o sentido do desenvolvimento seguro para o BASA. “A história é a história da luta de classes e são justamente estas lutas que continuarão a decidir em que sentido vai o desenvolvimento”, finalizou Fauze, criticando a perda do foco do desenvolvimento regional pelo Banco da Amazônia.
      Gilson Costa utilizou o contexto sócio-econômico e ambiental em sua abordagem e lançou a pergunta “A serviço de quem está o Banco da Amazônia?”, Gilson sinalizou a missão histórica do Banco que incorporou o papel de instituição de promoção ao desenvolvimento regional sustentável, objetivando o crescimento econômico para a promoção do desenvolvimento social. E questionou hoje a firmação desse papel “Qual o marco atual de desenvolvimento traçado pelo Governo Federal para o Banco da Amazônia na região?”
      Silvio Kanner iniciou sua explanação fazendo um balanço do mercado de trabalho no país, a situação dos trabalhadores desde a década de noventa e o processo de precarização do salário e a crescente exploração dos trabalhadores no Brasil. Além disso, comentou sobre a centralização do sistema financeiro nacional e a dinâmica de lucro estratosférico dos bancos. Fez um apanhado da instituição Banco da Amazônia, o abandono histórico do Governo Federal em relação ao Banco. Uma análise a partir de 2007, transição da gestão Mâncio Cordeiro para Abidias Junior e todos os caminhos protagonizados pela atual diretoria que culminaram na catastrófica situação na qual se encontra a instituição e os reflexos desastrosos amargados por seus empregados.
      Bento José ressaltou durante sua explanação que a classe trabalhadora está reagindo e disposta a defender seus interesses, que o mesmo desempenho, que considerou exemplar, durante a Campanha Salarial do ano passado deve ser repetido e reforçado pelos trabalhadores do Banco da Amazônia.

Fonte: AEBA

Belém, 06/08/2012 10h12