quarta-feira, abril 25, 2012

Servidores federais fazem ato na Praça da Repúbica

Servidores federais fazem ato na Praça da Repúbica (Foto: Jaime Souzza)
(Foto: Jaime Souzza)
Em apoio à paralisação nacional da categoria por 24h, professores da Universidade Federal do Pará (UFPA), em conjunto com servidores e demais categorias do funcionalismo público federal no estado, realizam um ato público na manhã desta quarta-feira (25), na Praça da República. A concentração dos manifestantes foi marcada para as 9h.
Os servidores federais voltam a paralisar suas atividades durante 24 horas e cogitam entrar greve por tempo indeterminado a partir do dia 17 de maio, caso não haja acordo com o governo federal. A mobilização nacional visa pressionar o governo Dilma a cumprir o acordo assinado em agosto de 2011, para reestruturar a carreira docente e atender a pauta unificada dos servidores públicos federais.
O ato reúne representantes da Associação de Docentes da UFPA (Adufpa), do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Pará (Sintsep-PA) e trabalhadores de instituições federais como UFPA, Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Instituto Federal do Pará (IFPA), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),  Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e  Fundação Nacional de Saúde (Funasa), dentre outros.
Os professores e trabalhadores da UFPA suspenderam as atividades no dia de hoje, mas a paralisação é opcional e os profissionais que quiserem atuar normalmente não serão impedidos.  De acordo com Adufpa, a principal reivindicação da classe é o cumprimento do acordo salarial, que previa o reajuste de 4% no salário-base, a incorporação das Gratificações Específica do Magistério Superior (Gemas) e da Educação Básica, Técnica e Tecnológica (EBTT) ao vencimento básico, e a reestruturação da carreira, que teriam sido negociadas durante uma reunião entre o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e o governo, no ano passado.
Ainda segundo a associação, o governo se comprometeu a definir até março deste ano, junto com os representantes dos professores federais, uma nova carreira docente, mas isto não aconteceu. "Até agora, as negociações estão muito aquém do que esperamos. A palavra de ordem do governo é 'restrição orçamentária'. Aceita discutir a carreira, mas não quer saber de impacto disso no orçamento federal, ou seja, não quer discutir salários dignos", diz o manifesto do site na Adufpa.
Os termos deste acordo foram enviados como Projeto de Lei, o qual tramita no Congresso Nacional. “Se tivesse interesse, o governo poderia ter editado uma Medida Provisória, com efeito imediato, concedendo às conquistas aos docentes”, defende a associação.
Esta é a segunda paralisação nacional a acontecer neste mês de abril. No último dia 19, os professores da UFPA suspenderam totalmente as atividades. A expectativa da diretoria da Adufpa é intensificar as mobilizações. “Queremos insistir nas negociações com o governo, mas caso a presidenta Dilma continue não atendendo as nossas reivindicações e descumprindo o acordo que fez com a categoria, avaliamos que temos que entrar em greve no dia 17 de maio”, aponta diretora-geral da Adufpa, Rosimê Meguins. (DOL, com informações da Adufpa)

sexta-feira, abril 20, 2012

Dia 27 de abril, próxima Mesa de Negociação Permanente com o Banco. Fique por dentro!

Belém, 20/04/2012 10h42

A Associação dos Empregados do Banco da Amazônia reunirá com o Banco em Mesa Permanente na próxima sexta-feira (27). Nesta reunião, a AEBA dará prioridade para temas como: Plano de Cargos e Salários (PCS) tanto mudanças globais, quanto mudanças específicas que envolvem, por exemplo, o Quadro de Apoio e os Engenheiros; e remuneração, destacando a defasagem salarial do Banco da Amazônia em relação aos demais Bancos Públicos. Além disso, a Associação encaminhou uma carta solicitando que durante a reunião sejam apresentadas soluções para os temas tratados na Mesa anterior, realizada no dia 06 de março, são eles:
1.Saúde e CASF
a) Formação de comissão paritária para discutir e elaborar um novo modelo de financiamento da saúde dos empregados;
b) Reajuste imediato das tabelas de enquadramento no Programa Saúde Amazônia e do valor do reembolso do Banco;
c) Reavaliação do Convenio entre o Banco da Amazônia e a CORAMAZON que prejudica em extremo as finanças da CASF;
2.PCS
a) Apresentação, por parte do Banco, de uma proposta de Plano de Cargos e Salários;
3.Remuneração
a) Apresentação de plano de reposição das perdas salariais que equipare os salários dos empregados do BASA aos demais bancos públicos federais.
4. Temas específicos
a) Apresentar uma proposta de normatização do sobreaviso para os profissionais de Tecnologia da Informação;
b) Incluir a AEBA e os Sindicatos nos Comitê de Administração das Unidades para deliberar nos processos administrativos contra empregados;