quinta-feira, dezembro 29, 2011

O indispensável dispensável! - Cobra em recesso.




Belém, 29/12/2011 12h08
SALA VAZIA!!!
A COBRA Tecnologia está de recesso, ou algo do gênero, o fato é que não estão no prédio da Matriz do BASA. Esse fato por si só não é tão determinante, o mais importante é perceber que mesmo com a ausência da COBRA os trabalhos no Banco continuam sendo feitos pelos trabalhadores da área da  Tecnologia da Informação do próprio Banco. Recentemente em um parecer, onde o Banco explicava o contrato e os aditivos com a COBRA Tecnologia, o Banco afirmou que o trabalho dessa empresa era “indispensável” para as atividades do Banco. Os contratos e aditivos do Banco com a empresa de tecnologia são guardados a sete chaves pela direção do Banco.
O que percebemos é que há no Banco da Amazônia uma proteção da diretoria à COBRA, se não bastasse, essa empresa foi contratada sem licitação e já foi alvo do Tribunal de Contas da União que cobra esclarecimentos sobre a ausência de licitação para contratos e aditivos milionários.
Os trabalhadores da área da Tecnologia da Informação do Banco mantêm o Banco funcionando e recebem menos que os trabalhadores da empresa terceirizada. Assim com o recesso da COBRA, chegamos a uma conclusão: a COBRA TECNOLOGIA parasita o Banco, faz um serviço ruim e pode sair de folga a qualquer hora, pois os trabalhadores do próprio BASA sustentam os serviços de tecnologia. A COBRA é dispensável para as atividades do Banco. É preciso acabar com esse contrato que leva do Banco milhões de reais por ano, e não faz nada.
É preciso imediatamente:
1.       Extirpar as ilegalidades dos contratos e aditivos do BANCO com a COBRA.
2.       Trabalho igual, salário igual: Aumento salarial dos trabalhadores de TI, ao mesmo salário dos trabalhadores da COBRA Tecnologia.
3.       Concurso público para área de TI com salários equivalentes pagos para a COBRA.
4.       Suspender as terceirizações que prejudiquem ou marginalizem trabalhadores do Banco, como na TI e na área jurídica;

quinta-feira, dezembro 22, 2011

AEBA reitera cobrança da PLR

Belém, 22/12/2011 11h52
A AEBA reitera a manifestação de cobrança feita pelas entidades sindicais, CONTEC e SEEB-MA, no último dia 20/12, sobre o pagamento do adiantamento da PLR, no valor de R$ 500,00. Esperamos que o Banco cumpra com a decisão do TST e pague o que é de direito de seus funcionários.

Cancelada reunião com Abidias Junior no Senado

Belém, 22/12/2011 10h13
Conforme informações do gabinete do senador da República pelo Tocantins, Vicentinho Alves, a reunião no senado com o presidente do Banco da Amazônia, Abidias Junior, marcada para o último dia 15/12, foi cancelada por falta de quórum.
Com o recesso das atividades parlamentares, o assunto será retomado em 2012, com data a ser confirmada, onde o presidente será convocado novamente para fazer um balanço das atividades do Banco da Amazônia.

Fonte: AEBA

terça-feira, dezembro 20, 2011

Entidades cobram adiantamento da PLR do Banco

Belém, 20/12/2011 17h09

As entidades sindicais, CONTEC e o SEEB-MA, cobram do Banco da Amazônia o adiantamento da primeira parcela da PLR, no valor de R$500,00, conforme decisão do Tribunal Superior do Trabalho – TST, porém, até o momento, o Banco ainda não se manifestou sobre o assunto, o que aflige muito o funcionalismo da empresa.
 
Confira os ofícios enviados pelas entidades: CONTEC e SEEB-MA

segunda-feira, dezembro 19, 2011

São Luís sedia III Encontro Nacional das Oposições Bancárias

Objetivo do encontro promovido pela Frente Nacional de Oposição Bancária é criar uma alternativa aos bancários contrários à Contraf-CUT.
19/12/2011 às 08:50
Ascom/SEEB-MA
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Mesa do encontro contou com a presença de diversas oposições, entidades e sindicatos do país
São Luís sediou, neste fim de semana (17 e 18/12), o III Encontro Nacional das Oposições Bancárias.

O evento foi realizado no auditório Che Guevara, na sede do Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA) e contou com a presença de diversas oposições, entidades e sindicatos do país.

O objetivo do encontro - promovido pela Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB) - é a criação de uma alternativa para os bancários brasileiros que não concordam com a política rebaixada adotada pela Contraf-CUT nas campanhas salariais da categoria.

Para Marta Turra, coordenadora do Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Norte (SEEB-RN), o encontro fortaleceu ainda mais a unidade da FNOB.

“O mais importante é que tivemos consenso em nossas resoluções. Isso marca o início de uma caminhada para mudar a história das lutas dos bancários do Brasil” – avaliou.

Em breve mais informações.

CONFIRA A GALERIA DE FOTOS

Norma sobre garantia e tempos máximos de atendimento entra em vigor

Data de publicação: Sexta-feira, 16/12/2011
A partir de segunda-feira (19/12/2011) as operadoras de planos de saúde deverão garantir aos consumidores a marcação de consultas, exames e cirurgias nos prazos máximos definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que vão de três a 21 dias, dependendo do procedimento. As regras estão dispostas na Resolução Normativa nº 259, publicada em junho de 2011.

A norma também tem por objetivo garantir que o beneficiário tenha acesso oportuno a tudo o que contratou, além de estimular as operadoras de planos de saúde a promover o credenciamento de prestadores de serviços nos municípios que fazem parte de sua área de cobertura. A resolução determina que a operadora ofereça pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada, mas não garante que a alternativa seja a de escolha do beneficiário.

 “A ANS não pode interferir na capacidade de atendimento dos prestadores e sim regular para que haja no mínimo uma alternativa disponível, ou seja, a operadora deverá garantir o atendimento no tempo previsto, mas não exatamente com o profissional de escolha do beneficiário”, afirma Carla Soares, Diretora Adjunta de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS.

A resolução prevê a garantia de transporte do consumidor caso não haja oferta de rede credenciada em seu município e nos municípios limítrofes. Onde não existirem prestadores para credenciamento, a operadora poderá oferecer a rede assistencial nos municípios vizinhos que pertençam a sua região de saúde.

Nos casos de urgência e emergência a empresa deverá oferecer o atendimento invariavelmente no município onde foi demandado ou se responsabilizar pelo transporte do beneficiário até o credenciado mais próximo.

As empresas de planos de saúde que não obedecerem aos prazos definidos pela ANS sofrerão penalidades e, em casos de descumprimentos constantes, poderão passar por medidas administrativas, tais como a suspensão da comercialização de parte ou de todos os seus produtos e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos dirigentes da empresa.

Veja os tempos máximos previstos pela Resolução Normativa nº259:
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Perguntas e respostas:
1) Quem terá direito a marcar consultas, exames e cirurgias nos prazos definidos pela Agência?
Respeitados os limites de cobertura contratada, aplicam-se as regras de garantia de
atendimento dispostas nesta RN aos planos privados de assistência à saúde celebrados antes da
vigência da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, salvo se neles houver previsão contratual que
disponha de forma diversa.
2) A partir de quando o prazo máximo para atendimento passará a contar?
O prazo conta a partir da data de marcação da consulta ou procedimento. Caso o consumidor não consiga marcar a consulta ou procedimento, deverá acionar a operadora para obter um protocolo de reclamação, o prazo passará a contar a partir desta data.   
3) Os prestadores serão penalizados caso não cumpram a norma?
Não. A Norma não é destinada aos prestadores de serviços de saúde. Quem deve garantir o atendimento são as operadoras de planos de saúde.
4) Em que momento o consumidor deve acionar a operadora? 
Após entrar em contato com os prestadores credenciados e não conseguir marcar o procedimento dentro do prazo máximo previsto em lei, o consumidor deverá entrar em contato com sua operadora de saúde para obtenção de uma alternativa para o atendimento solicitado. Nos casos de não atendimento, o consumidor deverá solicitar o número de protocolo deste atendimento feito pela operadora como comprovante da solicitação feita.
5) Quando o consumidor deve acionar a ANS?
Se a operadora não oferecer solução para o caso, o beneficiário deverá, tendo em mãos o número do protocolo registrando o contato com a operadora de saúde,  fazer a denúncia à ANS, através de um dos canais de relacionamento.
6) Como o consumidor poderá comprovar que entrou em contato com a operadora e não foi atendido?
Através do protocolo de atendimento, que deverá ser dado pela operadora.
7) A ANS vai obrigar os médicos a atenderem no período determinado pela norma?
A ANS não pode interferir na agenda dos prestadores de serviços. A norma prevê que a operadora de planos de saúde ofereça ao consumidor, nos prazos definidos, pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada.
8) Se não houver prestador credenciado em uma cidade, como o plano de saúde deve agir?
As empresas de planos de saúde serão obrigadas a garantir transporte caso não haja oferta de rede credenciada no município e municípios limítrofes.  Onde não existir prestadores para serem credenciados, a operadora poderá oferecer rede assistencial nos municípios vizinhos que pertençam a sua região de saúde.
9) Como fica a situação dos consumidores nos casos de Urgência e Emergência?
Nestas situações, a operadora deverá oferecer o atendimento no município onde este foi demandado ou no município limítrofe, se não houver o serviço na localidade.
10) Se o beneficiário for atendido em médico não credenciado por falta de opção, poderá solicitar o reembolso?
Caso o reembolso não esteja previsto no contrato, a operadora que não oferecer alternativas para o atendimento deverá reembolsar os custos assumidos pelo consumidor em até 30 (trinta) dias.
11) Quem precisar ser transportado para outra cidade, terá direito a acompanhante?
O transporte está assegurado ao acompanhante de beneficiários menores de 18 (dezoito) anos, maiores de 60 (sessenta) anos, pessoas portadoras de deficiência e pessoas com necessidades especiais, mediante declaração médica. Estende-se também aos casos em que seja obrigatória a cobertura de despesas do acompanhante, conforme disposto no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS.
12) Como será feita a Fiscalização pela ANS?
Os consumidores que não conseguirem realizar os procedimentos nos prazos máximos definidos pela ANS, poderão fazer a denúncia através dos seguintes canais: Disque ANS (0800 701 9656), das 8h às 20h de segunda a sexta-feira, pelo endereço eletrônico www.ans.gov.br ou comparecendo a um dos 12 Núcleos da ANS, cujos endereços estão disponíveis na página da Agência na internet. 
13) O que acontecerá com as operadoras que não cumprirem os prazos definidos na norma?
As empresas sofrerão penalidades e em casos de descumprimentos constantes, poderão passar por medidas administrativas, tais como a suspensão da comercialização de parte ou de todos os seus produtos, a decretação do regime especial de direção técnica, que é um acompanhamento feito por profissional designado pela ANS diretamente na operadora. Pode haver, até mesmo, o afastamento dos dirigentes da empresa.

sexta-feira, dezembro 16, 2011

SLZ será sede do 3º Encontro Nacional das Oposições Bancárias. Veja a programação!

O encontro será realizado neste fim de semana 17 e 18/12. Em pauta: o balanço da campanha salarial 2011, eleições sindicais, entre outros assuntos.
16/12/2011 às 10:32
FNOB
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Nos dias 17 e 18 de dezembro, a Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB) realiza, em São Luís, o terceiro Encontro Nacional das Oposições Bancárias. O evento é aberto a todos.

É essencial o comparecimento ds companheiros lutadores e que estejam empenhados em melhorar as condições de trabalho e de vida dos bancários.

Em pauta para o encontro estão: o balanço da campanha salarial 2011, eleições sindicais, a construção da FNOB e Unidades de Oposição, as conjunturas Nacionais e Internacionais, entre outros assuntos de interesse dos bancários.

O evento é aberto a todos os companheiros bancários contrários a conduta da CONTRAF/CUT nos últimos anos.

Programação

Sábado
8:30h: Credenciamento;
9:00h: Abertura – Oposições, Entidades e Sindicatos – Breve saudação da mesa (Aeba, Anberr, AFBNB, BU, MA, RN, PA, PE, SP, CE, RS e PI);
9:30h: Debate: “ Conjunturas nacional e internacional”; 5 minutos para cada corrente presentes no encontro e em seguida 3 minutos para intervenções do plenário;
12:00h: Almoço (no local);
13:00h: Avaliação da Campanha salarial 2011: Atuação da FNOB;
15:00h: Atuação e construção da FNOB para o próximo ano;
16:00h: Informes;
17:00h: Encaminhamentos.
 
Domingo
09:00h: Eleições Sindicais 2012: programa, estrutura, finanças, alianças, coordenação. Prioridades MA e CE
11:00h: Encaminhamentos e encerramento
 
Local do encontro
Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA).
 
Mais informações pelo telefone: (98) 3311-3513

Novo ponto eletrônico passa a valer a partir de janeiro de 2012, diz ministério

Controle da jornada emite recibo quando empregado bate ponto.
Sistema é para 5% do total de empresas que já têm relógio eletrônico.

Do G1, em São Paulo
Ponto eletrônico vai imprimir comprovante a cada batida de ponto. (Foto: Reprodução / TV Globo)Aparelho vai imprimir comprovante a cada 'batida'
de ponto. (Foto: Reprodução/TV Globo)
A adoção do ponto eletrônico foi adiada pela quarta vez e passa a ser obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2012, segundo portaria 1.979 do Ministério do Trabalho publicada nesta segunda-feira (3)  no "Diário Oficial da União". O sistema deve ser instalado em todas as empresas com mais de 10 empregados que já usam equipamento eletrônico para o registro da jornada de trabalho. A expectativa é que a medida fosse regulamentada e passasse a ser obrigatória nesta semana.
Na portaria n° 1979, publicada nesta segunda, o ministro Carlos Lupi afirma que, "considerando que foi concluído o diálogo social tripartite e após avaliação das manifestações encaminhadas ao Governo Federal", decide alterar a data para início da utilização obrigatória do Registrador Eletrônico de Ponto (REP), "de modo improrrogável", para o dia 1º de janeiro de 2012.
A obrigatoriedade de ação do sistema havia sido adiada outras três vezes. Primeiro, era prevista para setembro do ano passado. Depois, para março e então setembro deste ano. Entidades como a Força Sindical, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), haviam pedido ao governo mudanças nas novas regras.
Na última semana de agosto, foi realizada a última reunião do grupo de trabalho criado para discutir o novo ponto eletrônico. Empresários apresentaram alternativas ao REP, mas elas não foram aceitas por representantes do Ministério do Trabalho. Os empresários haviam sugerido que as empresas tivessem a opção de registrar os horários de entrada e saída dos empregados por meio de sistemas eletrônicos, com certificação digital, e tirava a necessidade da concordância do trabalhador com o sistema alternativo ao novo ponto eletrônico, já que dispensava o acordo coletivo para utilizá-lo.
Venda de aparelhos
A Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Equipamentos de Registro Eletrônico de Ponto (Abrep) informa que até final de julho deste ano já foram vendidos 260 mil equipamentos desde que a portaria foi lançada. Não há números atualizados.
Dimas de Melo Pimenta III, presidente da Abrep e vice-presidente da Dimep, fabricante de aparelhos de ponto eletrônico, informa que a procura no mês de agosto, quando o novo ponto estava previsto para entrar em vigor em 1º de setembro, aumentou em 50% em comparação com os meses anteriores. Já em setembro, o aumento foi de 20% na procura em relação aos demais meses. Segundo Dimas, a procura tem sido maior por pequenas e médias empresas.
Dimas diz que, por causa da competitividade e da evolução dos próprios equipamentos, os valores dos aparelhos caíram a ponto de custarem o mesmo que os relógios usados antes do lançamento da portaria 1.510.
“Os aparelhos tiveram preço reduzido desde os primeiros meses de comercialização para cá. Os mais simples para as pequenas e médias empresas têm valor médio de R$ 1,7 mil. Já os mais caros custam cerca de R$ 3,8 mil”, diz.
Segundo Dimas, o tempo médio entre a implantação e o funcionamento do aparelho é de cerca de três semanas para pequenas e médias empresas (que tenham entre 50 e 100 funcionários). “Tem que cadastrar funcionários, criar regras, treinar os empregados e fazer ajustes de procedimento interno da empresa”, diz. De acordo com ele, é comum as empresas colocarem um relógio por departamento para ter uma medição mais precisa do horário dos empregados.
"Quanto mais próximo [o ponto eletrônico] do funcionário, melhor para medir o horário e sai mais barato ter perto do departamento do que pagar hora extra. Hoje a tendência é usar equipamentos menores e mais pulverizados", afirma Dimas.

As empresas que optarem por usar o novo ponto eletrônico devem preencher o cadastro dos equipamentos no site do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço eletrônico http://portal.mte.gov.br/pontoeletronico. O cadastro é para que os empregadores se protejam contra eventuais fraudes. No site do Ministério do Trabalho existe uma lista das empresas e aparelhos homologados. São 29 empresas e 117 modelos de relógios homologados.
Como é o novo ponto
O ponto eletrônico está programado para emitir um comprovante a cada vez que o empregado bater o ponto, além de o relógio não poder ser bloqueado nem ter os dados editados.
Ouvidas pelo G1 em junho de 2010, as entidades criticavam, entre outros aspectos, a obrigação de impressão do comprovante, o custo para adquirir os novos relógios e a possibilidade de demora e geração de filas enquanto os trabalhadores aguardassem para a emissão do papel. Em julho, o ministério divulgou comunicado dizendo que o processo seria rápido e não provocaria filas.
A portaria diz que nos primeiros 90 dias após a entrada em vigor da obrigatoriedade, a fiscalização terá caráter de orientação. Nas duas primeiras visitas à empresa, o auditor-fiscal do trabalho dará prazo de 30 a 90 dias para as empresas se adaptarem. A partir da terceira visita é que começa a ação repressiva, segundo o ministro Lupi.

63% disseram não ao estatuto autocrático da CASF

Belém, 16/12/2011 10h35

A AEBA desde o dia 1° de dezembro liderou uma campanha de alerta contra a aprovação do novo estatuto da CASF, a grande preocupação eram novas cláusulas e a eliminação de antigas do estatuto vigente, o que favoreceriam uma gestão autocrática para a Caixa de Assistência, o que implicaria em maiores dificuldades dos associados em cobrarem seus direitos enquanto beneficiários. A AEBA se preocupou em municiar a categoria de informações a respeito dos principais pontos que mudariam com o novo estatuto, que causavam preocupação quanto ao futuro dos assistidos pela CASF.
Veja:

:: Vote NÃO - REPROVE A REFORMA NO ESTATUTO DA CASF!

:: CASF - Reforma do Estatuto em debate.

:: Cuidado, novo estatuto da CASF restringe direitos dos associados! Vote NÃO.

:: Meu voto é NÃO e NÃO!

Mais uma vez os empregados do Banco da Amazônia exercitaram sua força e poder de decisão para fazer valer sua vontade, lutando por seus interesses, o que denota sua astúcia para perceber as tentativas de ludibriar e impor ainda mais perdas à categoria.
O bancreveano disse NÃO ao novo estatuto.
Os números da votação:
705 votos NÃO
411 votos SIM
18 votos NULOS
Cerca de 63% disse não a aprovação do novo estatuto e apenas 37% votou a favor.
A AEBA parabeniza os beneficiários da CASF por exercitarem a democracia em favor da sustentação dos seus direitos.