terça-feira, maio 29, 2012

O IV Encontro Nacional da Frente de Oposição Bancária acontecerá em junho no Belém do Pará

Postado por  em 24 abr, 2012 em GeralNotíciasNovo Destaque | 0 comentários
Nos dias 16 e 17 de junho será realizado, na cidade de Belém-PA, o quarto Encontro Nacional das Oposições Bancária (FNOB).
O objetivo do encontro é a consolidação da alternativa unificada para os bancários que não estão de acordo com a política governista adotada pela Contraf-CUT nas campanhas salariais da categoria.
Todos os bancários e bancárias estão convidados a participar desde evento em prol da categoria.

quarta-feira, maio 23, 2012

Banco da Amazônia descumpre decisão do TST.

Belém, 23/05/2012 10h12

     A AEBA já tomou conhecimento da  CI encaminhada ontem pela Gerência de Recursos Humanos do Banco aos empregados do BASA que informa sobre os descontos das horas paradas durante a greve, . Confira a seguir:
“Senhor(a) Empregado(a):
Comunicamos-lhe que, tendo em vista que não foram compensadas integralmente as horas não trabalhadas no período de greve verificada entre os dias 28.09.2011 a 12.12.2011, na forma que restou determinada pelo Acórdão proferido pelo TST no Dissídio Coletivo nº TST-ED-DC-7433-50.2011.5.00.0000, a Diretoria Executiva determinou o desconto pecuniário das horas não compensadas, em até seis parcelas.
Assim sendo, efetuaremos o débito em sua folha de pagamento, iniciando em 23/05/2012, na forma da CI anexa.
Atenciosamente,
Edwiges Lemanski Rodrigues
4885-Gerente Executiva
Ramais: 3131 / 3439
GERHU - Gerência de Recursos Humanos”
            A Associação dos Empregados do Banco da Amazônia repudia a atitude da diretoria da instituição que, além de descumprir uma decisão judicial (acesse o documento a seguir: TST publica Acórdão) e estar burlando a lei ao praticar o desconto pecuniário referente às horas paradas durante a greve e não compensadas, usa deste artifício para tentar coagir a categoria diante desta forma de “castigo” aplicado aos empregados que corajosamente mantiveram-se firmes durante 77 dias de greve, lutando contra o desrespeito e intransigência de uma gestão fracassada que tem levado a instituição para o buraco, mas nós empregados do Banco da Amazônia não assistiremos passivamente essa desestruturação do nosso Banco.
           Continuaremos firmes na luta, e essa será mais uma, aplicaremos todas as formas possíveis de reação contra essa atitude absurda da diretoria do Banco da Amazônia, a lei está do nosso lado, estamos amparados pela decisão do TST que reconheceu a legitimidade da greve quando não a considerou abusiva, mas sim legítima em favor de melhores condições de trabalho e vida aos empregados de um Banco público federal, que deveria ser tratado de forma igualitária aos demais Bancos federais, no entanto, se o governo e a diretoria do Banco não enxergam as necessidades dos trabalhadores e que além dessa atitude, muitas outras estão culminando no insucesso da instituição, cabe a nós, a alma do Banco, fazermos ecoar as problemáticas e a forma desumana com que tem tratado os trabalhadores que assumiram o compromisso de trabalhar numa instituição cujo papel principal é fomentar o desenvolvimento da Amazônia, missão essa esquecida e descumprida pela atual gestão do Banco da Amazônia.
           A AEBA já adota todas as medidas possíveis e necessárias para fazer valer a lei e os direitos dos trabalhadores conquistados em Brasília durante a campanha salarial 2011/2012, após 77 dias de garra, coragem que se repetirá neste ano, por muito mais conquistas. Já mostramos nossa força e as retaliações só alimentam nossa busca por dignidade e respeito.
           Solicitamos a todos os empregados que receberam a Comunicação Interna da GERHU, que encaminhem através de e-mail para aeba@aeba.org.br ou fax (91) 3212-3574, cópia do documento para que encaminhemos à Assessoria Jurídica da Associação, que já executa as medidas iniciais necessárias para a resolução do problema. A Associação também já encaminhou carta à GERHU solicitando a relação com os nomes dos empregados que terão descontos em sua folha de pagamento e o valor que será subtraído de cada um.

Fonte: AEBA

segunda-feira, maio 21, 2012

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO PARÁ RECONHECE QUE BURLOU A DEMOCRACIA!

Belém, 21/05/2012 09h38

Em sua resposta pela publicação da denúncia feita por bancários, o SEEB demonstra mais uma vez sua intenção de tirar o foco do debate. Na verdade, é de praxe quando alguém é acusado e tentar desviar o assunto devido o mesmo não ter argumento suficiente que vá contrapor o que for publicado. E isso a direção do SEEB está fazendo. Mas não respondeu o teor da matéria, senão vejamos:
 SINDICATO PAGA SALÁRIO PRA UM DIRETOR DEMITIDO POR DUPLO VÍNCULO, SEM AUTORIZAÇÃO DA CATEGORIA
O sindicato reconhece que são verídicas as denúncias, quando afirma “Em solidariedade a este companheiro, a diretoria do Sindicato decidiu por unanimidade, em caráter provisório de não mais que dois meses, adiantar o valor do seu salário líquido, até que a entidade sindical consiga resolver sua situação junto ao Banco pela via administrativa ou, caso impossível, pela via judicial. Caso a suspensão do contrato de trabalho do companheiro Andretti Ayala se alongue por mais tempo, a decisão da diretoria foi de convocar uma assembléia geral para deliberar sobre o assunto, defendendo o entendimento de que a entidade e sua categoria devem se manter solidária a esse lutador. Como a audiência que discutirá o caso do Diretor está marcada para 30.05, após essa data, não resolvida a questão, será convocada a assembléia”. Ora o texto aludido(a denúncia) que o SEEB se refere em momento algum é contra ou favor de ser solidário com qualquer bancário; mas sim na falta de transparência e democracia que são feitas as ações do SEEB. Por que só com ele? Será que é por ser diretor do Sindicato? Conheço vários bancários que foram demitidos e o SEEB nunca tomou atitude neste sentido. Parto do princípio de que os direitos são iguais, portanto se é para um, tem que ser para todos e através de assembléia da categoria. Assim, fica o acinte do SEEB em manter um ex-bancário sem o consentimento da categoria, pois o dinheiro é nosso. De nossa contribuição. Temos o direito de saber onde está sendo empregado.
MAIS UMA OBRA. QUEM DECIDIU? QUANTO CUSTARÁ? HOUVE LICITAÇÃO PRA ESCOLHER A EMPRESA?
Mais uma anuência do SEEB no que tange a denúncia em relação à obra, quando diz “A obra também objetiva melhorias nos banheiros do Ginásio de Esportes, que também servem para os alojamentos utilizados pelos bancários que moram no interior do Estado e que utilizam o alojamento quando de suas viagens a Belém. Ademais, o Sindicato só está realizando esta obra porque se planejou, geriu corretamente os recursos da entidade, o que possibilitou investir na conservação do patrimônio“. Ora colegas o que se está discordando é da atitude do SEEB em não repassar para a categoria o que está acontecendo. Ninguém é contra a categoria ter um patrimônio, mas tem que chamar uma assembléia e justificar os gastos. O SEEB é contraditório no que diz: cobra transparência para outras entidades enquanto sua diretoria faz o que bem quer, inclusive fazendo uma prestação de contas de fachada, como a que ocorreu recentemente e não justificando os gastos de R$2,7 milhões da receita de 2011.
 Quanto ao tema da prestação de contas da AEBA, JÁ foi debatido amplamente pela categoria e APROVADA!
Em assembléia realizadanodia 30/04, onde se apresentou um relatório da prestação de contas, com o resumo das ações para a categoria e dirimindo suas dúvidas, o que foi aprovado por unanimidade, já é fato encerrado. Na verdade, o aludito diretor que o SEEB cita, funcionário do banco, não estava presente na assembléia da prestação de contas da AEBA e nem da do Sindicato; portanto não cabe refutar qualquer ilações deste diretor se o mesmo não participou das assembléias, que era o fórum ideal para se fazer o debate. Assim, cabe ao SEEB é zelar pelo patrimônio dos bancários, mas com transparência, honestidade e sobretudo com democracia, mobilizando à categoria para os eventos e não apenas a aqueles que lhes interessa.
Marlon George C. Palheta
Diretor Financeiro da AEBA

sábado, maio 19, 2012

Empregado do Banco da Amazônia represente sua unidade durante o XI ENEB


O Encontro Nacional dos Empregados do Banco é um evento que reúne a categoria a cada dois anos, para discutir temas pertinentes às condições de vida e trabalho, também fortalecimento da instituição Banco da Amazônia, perpetuação do seu papel enquanto principal agente fomentador do desenvolvimento sustentável da região. O ENEB é uma oportunidade para somarmos nossas experiência e fortalecermos um discurso para o enfrentamento pautado nas especificidades de cada unidade em prol do bem comum, dos empregados do BASA, da instituição e da sociedade amazônida. Participe!

XI ENCONTRO NACIONAL DOS EMPREGADOS DO BANCO DA AMAZÔNIA – XI ENEB

“Banco da Amazônia no Rumo Certo: Por um Modelo de Desenvolvimento Regional Sustentável”

Dias: 03 a 05/08/12, em Belém-Pa

Eleição de representantes para o XI ENEB.

1. O Encontro Nacional dos Empregados do BASA (ENEB) é um encontro aberto a todos os empregados do Banco da Amazônia. Os empregados do Banco da Amazônia não associados à AEBA participam com amplo direito a voz. E os associados com direito a voz e voto.


2. Em virtude de o Banco ter agências e superintendências por toda a região amazônica inviabiliza a participação de fato de todos os empregados do Banco.


3. Aos participantes não residentes em Belém, os custos com passagens e estadias serão assegurados para o Encontro, orientamos que, inicialmente, o representante se empenhe no sentido de conseguir junto ao Sindicato de sua base.


4. Cada unidade terá direito a 1 representante.


5. Assim orientamos que TODAS as agências fora da região metropolitana de Belém e dos demais Estados a elegerem de forma direta seus representantes para que a AEBA, possa buscar providenciar a participação destes no XI ENEB.


6. A eleição dos representantes poderá ocorrer de forma direta e aberta, por assembléia, ou por escrutínio secreto, dependendo da vontade da agência. As unidades têm total autonomia para definir a forma como será realizada a escolha, cabendo à Diretoria da AEBA o acompanhamento e a garantia da eleição.


7. Será considerado eleito o representante que obtiver a maioria dos votos dos funcionários presentes na unidade.


8. Lembrando que a eleição desse representante é apenas para que a AEBA ajude a custear a participação deste representante. Se outra pessoa da agência quiser vir custeando a própria participação será muito bem vinda ao ENEB, desde que sua inscrição seja garantida junto a AEBA;


9. Todas as agências que elegerem seus representantes devem comunicar a AEBA (pelo email aeba@aeba.org.br ou aeba@veloxmail.com.br) com o nome completo, matrícula, telefone e CPF do representante, até o dia 04/06/12.


10.Caso não ocorra a eleição em tempo hábil será considerado como representante da agência para o XI ENEB o REPRESENTANTE DA AEBA NA AGÊNCIA.


11.Os casos omissos serão tratados pela Diretoria Executiva da Associação.


12.Qualquer dúvida pode ser tirada pelos números (91) 3242-1766 / 3242-0818 / 3241-5628 ou pelo ramal: 3226.

Fonte: AEBA

quarta-feira, maio 16, 2012

SINDICATO BURLA A DEMOCRACIA!









Chegaram até nós, dirigentes da categoria bancária no Banco da Amazônia, denúncias graves de fonte segura que comprometem por completo a atual diretoria do Sindicato dos Bancários do Pará!
Vamos aos fatos: 
SINDICATO PAGA SALÁRIO PRA UM DIRETOR DEMITIDO POR DUPLO VÍNCULO, SEM AUTORIZAÇÃO DA CATEGORIA
     Segundo informações de fontes seguras, soubemos que, sem aprovação em assembléia, a diretoria do Sindicato está pagando o salário de um bancário, diretor do Sindicato, que foi demitido do Banco do Brasil, em Marabá, por ter duplo vínculo. Detalhe: ele teria sido comunicado pelo Banco de que tinha um prazo para escolher entre o emprego de bancário e o emprego de professor no estado. Findou o prazo, ele não fez a escolha e foi demitido pelo Banco. Não é mais bancário e diz para todos os bancários da região que prefere mesmo é ser professor. Porque continua sendo pago pelo nosso Sindicato, com o nosso dinheiro?
      Como lembrança, na década de 90 o Sindicato pagou salários a dois bancários que estavam sofrendo perseguições em seus Bancos, por serem lideranças sindicais que lutavam pela categoria nas greves. Mas, para isso, a diretoria do Sindicato, naquela época, propôs tudo em assembléia da categoria, que aprovou.E agora, porque isso não veio também para a assembléia? Porque ele é um diretor do Sindicato? Só que, como ele, há dezenas de bancários demitidos na categoria e que não estão recebendo salário do Sindicato, pago com nosso dinheiro.
MAIS UMA OBRA. QUEM DECIDIU? QUANTO CUSTARÁ? HOUVE LICITAÇÃO PRA ESCOLHER A EMPRESA?
     Agora estão começando mais uma obra na sede do Sindicato. Quanto custará? Para que servirá essa obra? Qual empresa está construindo? O dinheiro do Sindicato é nosso, é dos bancários. A categoria autorizou mais essa obra em alguma assembléia? Houve transparência na contratação do projeto e da empresa que está fazendo a obra? O orçamento prevê adição de valores, de quanto? Quanto vamos pagar por mais uma obra que não decidimos? Lembramos que, para a construção da atual sede do Sindicato, houve assembléia de aprovação e licitação para contratação da empresa. E agora, porque tudo é decidido a portas fechadas?O que será que está acontecendo? Estão escondendo alguma coisa?
CADÊ A TRANSPARÊNCIA? CADÊ A DEMOCRACIA? O DINHEIRO É NOSSO!
     Sem transparência não temos uma verdadeira democracia, mas um discurso de conveniências que engana, ilude e falseia. Isso em nome de quê? Para beneficiar a quem?Estamos às vésperas da Campanha Salarial e a prioridade é a nossa luta e as nossas conquistas. Todo ano a diretoria do Sindicato reclama pra pagar um carro-som pra mobilizar a categoria. As associações dos Bancos, como a AEBA e a AFBEPA, têm arcado com a maior parte dos custos das campanhas salariais no Banco da Amazônia e no Banpará,  e até deslocado apoio pra outros Bancos.
O SINDICATO NÃO É UMA EMPRESA PRIVADA. QUEM MANDA NO SINDICATO SÃO OS BANCÁRIOS!
     Estamos bastante preocupados com essa falta de transparência e com a utilização oportunista do nosso dinheiro suado, conquistado com tanto esforço! O Sindicato não é uma empresa privada onde uma diretoria tem carta branca para gastar milhões com o quê nem sabemos. Transparência com o dinheiro da categoria é fundamental para que a democracia não seja apenas um discurso conveniente, mas uma prática real e cidadã. Somos bancários e bancárias, temos direitos, o dinheiro é nosso! Que a diretoria do Sindicato mostre e comprove a verdade! Mas queremos a verdade e não mais mentiras para proteger os interesses e conveniências desse grupo político, que é maioria na direção do Sindicato, que perdeu o governo do estado por arrogância e autoritarismo e continua conduzindo nosso sindicato do nada pra lugar nenhum, sem a legitimidade da categoria.
Prestação de contas nebulosa. COMO FORAM GASTOS R$2,7 MILHÕES DOS NOSSOS BOLSOS?
     Primeiro houve uma assembléia de prestação de contas que não foi bem divulgada e nem mobilizada. Não teve destaque no site do Sindicato, nem mensagens nos celulares e nem convites por e-mail. A maioria da categoria nem ficou sabendo da assembléia tanto que, nas fotos, quem aparece aprovando as contas da diretoria do Sindicato é a própria diretoria do Sindicato que não soube explicar com o quê foram gastos R$2,7 milhões de reais. R$2,7 milhões de reais dos nossos bolsos, retirados dos nossos suados salários.
     Porque estão pagando salário de ex-bancário do BB que foi demitido por duplo vínculo?  Porque não aprovaram em Assembléia os altos custos com mais obras e porque não abriram licitação para contratação do projeto e da empresa, sabendo que na categoria bancária há tantos arquitetos e engenheiros? Porque não mobilizaram os bancários pra assembléia de prestação de contas e aprovaram, praticamente sozinhos, uma tabelinha numa folha A4 que não explica o gasto de R$2,7 milhões que são nossos, dos bancários? Não adianta cobrar transparência de outras entidades sendo que no próprio Sindicato isso não acontece.
E AGORA DIRETORIA DO SEEB, CRITICASTES AS CONTAS DA AEBA, O QUE TENS A DIZER!!!!!

terça-feira, maio 15, 2012

I ENCONTRO NACIONAL DE ARQUITETOS, ENGENHEIROS E MÉDICOS VETERINÁRIOS DO BANCO DA AMAZÔNIA

Encontro Nacional
Em defesa da Lei 4.950A!
 
 


Em defesa da Lei 4.950A!




Local: Auditório do Sindicato dos Engenheiros do Pará
Data: 22/05/2010 (Sábado)
Hora: 8h30 – 17h


Venha discutir o que está ocorrendo em nível nacional para defender o pagamento do piso salarial profissional e a regularização profissional dos Arquitetos, Engenheiros e Médicos Veterinários no Banco da Amazônia, bem como, preparar as estratégias futuras para tornar esta luta vitoriosa.

Programação
Data: 22/05/2010
Local: Auditório do SENGEPA (Alcindo Cacela, Nº 2054)

Pauta:
Manhã:
1. Abertura – engº Murilo Celso de Campos Pinheiro – Presidente da FNE – Federação Nacional dos Engenheiros.
2. Lei 4.950 A/66 e lutas nacionais para seu cumprimento – adv. Wesley Loureiro – Assessor Jurídico do SENGE-PA.
3. ART - regularização profissional no Banco da Amazônia – engº José Leitão Viana – Presidente do CREA-PA.
Intervalo para o almoço
Tarde:
1. Debates
2. Encaminhamentos;
3. Encerramento.

Compareça!
Devemos organizar nossa luta e sua presença é fundamental para transformá-la em vitória!
Não deixe que os outros decidam por você!

Fonte: SENGEPA
Data: 12/05/2010

segunda-feira, maio 14, 2012

AEBA quer rescisão de contrato com a Trivale


Belém, 14/05/2012 17h18


A AEBA cobrou formalmente a rescisão de contrato com a empresa fornecedora do serviço Ticket Alimentação vinculado ao programa de Alimentação do Trabalhador. Para a Associação, está perfeitamente comprovado que houve a contratação de um serviço inferior e deficiente, muito diferente ao que era mantido pela empresa responsável pelo contrato anterior. São motivos de grande reclamação dos empregados do banco, a redução drástica da rede de estabelecimentos, na lista de lojas credenciadas há estabelecimentos que de fato são credenciados, ausência de credenciamento de algumas das mais importantes redes de supermercados dos estados e sistema de transmissão de dados de qualidade inferior.

A nova contratação deveria ter como pré-requisito, a manutenção da qualidade do serviço anterior. Nesse momento, qualquer tentativa de salvamento do contrato atual e a licitação, é jogar o peso dos problemas, mais uma vez, nas costas dos empregados do Banco da Amazônia. Por conta das inúmeras reclamações e a completa insatisfação dos empregados do banco, solicitamos à diretoria de Gestão de Recursos do BASA (DIREC), a rescisão do contrato com a Trivale, a realização de uma nova licitação e a possibilidade de pagamento dos valores do programa de Alimentação do Trabalhador em espécie até que o problema seja elucidado.

sexta-feira, maio 11, 2012

Na 3º rodada de negociações especificas a Diretoria do Banco da Amazônia matem improdutividade.

Belém, 11/05/2012 08h58

No dia 08 de maio de 2012 ocorreu a terceira rodada de negociações da pauta especifica entre a Diretoria do Banco da Amazônia e o SEEB MA. O Banco estava representado pelo Diretor da DIREC Wilson Evaristo, juntamente com a comissão de negociações da empresa e as entidades estavam representadas pelo Presidente da AEBA Silvio Kanner Pereira Farias e pelo Diretor Financeiro da AEBA Marlon George, ambos representando o Sindicato dos Bancários do Maranhão.
Ficou claro, mais uma vez,  que a Diretoria do Banco não demonstra nenhuma preocupação com os problemas dos empregados. Mantém  a mesa numa atitude política, visando apresentar-se como promotora do diálogo sem apresentar nenhuma solução para os diversos pleitos dos trabalhadores.
No dia 08 de maio de 2012 ocorreu a terceira rodada de negociações da pauta especifica entre a Diretoria do Banco da Amazônia e o SEEB MA. O Banco estava representado pelo Diretor da DIREC Wilson Evaristo, juntamente com a comissão de negociações da empresa e as entidades estavam representadas pelo Presidente da AEBA Silvio Kanner Pereira Farias e pelo Diretor Financeiro da AEBA Marlon George, ambos representando o Sindicato dos Bancários do Maranhão.
Ficou claro, mais uma vez,  que a Diretoria do Banco não demonstra nenhuma preocupação com os problemas dos empregados. Mantém  a mesa numa atitude política, visando apresentar-se como promotora do diálogo sem apresentar nenhuma solução para os diversos pleitos dos trabalhadores.

Abaixo, elencamos os itens tratados na reunião:
  1. Vale Card– Voltamos a exigir que a Diretoria do Banco resolva o problema dos cartões alimentação nos estados do PA, MA e AP. A AEBA formalizou um pedido de rescisão do contrato com a empresa vencedora da licitação e a Diretoria do Sindicato dos Bancários do Maranhão já anunciou que promoverá fechamento de agencias caso o problema não seja resolvido. Além disso, ambas as entidades estudam levar o caso ao Ministério Público Federal.
  2. Reembolso Saúde – CASF – CORAMAZON – Os representantes dos empregados cobraram uma resposta aos itens apresentados na mesa de negociação anterior sobre o reembolso saúde. Pedimos que a Diretoria reajuste o valor reembolso e as faixas de enquadramento no mesmo percentual do reajuste dos salários desde 2009; a formação de um GT paritário para trabalhar um novo modelo de financiamento da saúde e o fim do convenio entre Banco da Amazônia e CORAMAZON. A Diretoria informou que ainda não possui números que permitam avaliar o real impacto nas contas do Banco de reajustes no reembolso e nas tabelas de enquadramento. A Diretoria solicitou 60 dias para estudar tecnicamente a questão e elaborar um diagnóstico que será apresentado aos representantes dos empregados. Ficamos surpresos com essa atitude. É prova de que quando a Diretoria falava de plano de saúde durante a GREVE, e dizia que seus números não permitiam um reajuste, inclusive afirmou isso ao TST, tudo era apenas um blefe. Não havia números, não havia dados, não havia diagnóstico, não havia conhecimento de causa. É o típico comportamento de  conveniência.
Em relação à CORAMAZON a Diretoria foi taxativa: “não há espaço para revisão do convenio”. Em sua defesa o Diretor do Banco chegou a insinuar que o problema está na inviabilidade estrutural e de gestão da CASF.
PLR– A diretoria informou que a PLR foi paga considerando um redutor de 20% nos 6,25% de PLR atrelada as metas do DEST.  
  1. Dias de GREVE– A Diretoria informou que está concluindo o mapa e que pretende descontar. Quanto a isso, sugerimos aos empregados do Banco: 1- Ninguém está obrigado a compensar horas de trabalho após o dia 30 de abril; 2- Procurem a AEBA e os Sindicatos caso seja efetuado esse desconto.
  2. PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE DIVIDAS – na reunião anterior informamos que o programa não atende as necessidades dos empregados e que precisávamos de mudanças como redução da taxas de juros, inadimplência fora do banco para enquadramento no programa. A Diretoria informou que o programa foi montado para os inadimplentes com o Banco e que as taxas estavam boas, e que não recebeu nenhuma reclamação dos empregados quanto a isso. Acha que o programa é eficaz. Cobramos um número de acessos ao programa para verificar se realmente ele tem demanda, não obtivemos resposta. Sugerimos que os empregados enviem e-mails para GERUH solicitando a revisão das condições do programa de recuperação de dividas, caso concordem com a AEBA e SEEB MA. Orientamos faze-lo em tom apropriado para que não seja interpretado como insubordinação segundo a famigerada NP – 118.
  3. PCS – nesta reunião apresentamos ao Banco, mais uma vez a cobrança pela implantação de um novo PCS. A diretoria respondeu que não haverá PCS enquanto a situação da CAPAF não estiver solucionada. Respondemos que a situação da CAPAF até o momento está solucionada. Pode não ser a solução que a Diretoria quer: retirada de direitos dos empregados e isenção do Banco. Se um novo PCS impactar a folha em 20%, os custos adicionais da CAPAF provenientes disso serão de seis milhões por ano. O que é melhor que enfrentar uma greve de 77 dias todos os anos. E o Banco ainda ganha com a motivação dos empregados e organização profissionais das carreiras.
  4. REMUNERAÇÃO– Afirmamos à Diretoria que os empregados do Banco da Amazônia continuam recebendo os piores salários do sistema financeiro. Nossa defasagem chega a 40% em relação a CAIXA. Que esse problema pode ser resolvido via novo PCS ou através de uma política de reajuste salarial que garanta o que vier a mesa da FENABAN e mais um plus anual, que permita em até três anos recompor nossos salários em relação ao mercado. Reafirmamos que sem isso não podemos aceitar nenhuma proposta de acordo de trabalho e que uma proposta igual ou inferior a FENABAN nos levará a propor GREVE à categoria. Ainda mais sem reajuste do reembolso saúde.   
  5. SOBRE AVISO– A Diretoria informou que consultou os gerentes executivos das áreas e estes informaram que nenhum empregado é solicitado para ficar pronto para o trabalho a qualquer momento, nos fins de semanas e feriados. Orientamos os empregados que,quando solicitados ao trabalho no fim de semana,  exija a formalização da solicitação.
Fonte: AEBA

sábado, maio 05, 2012

Diretoria do Banco da Amazônia indefere pedido de patrocínio para o XI ENEB.

Belém, 04/05/2012 10h33

    Já era de se esperar o NÃO da diretoria do BASA à solicitação de patrocínio para a realização do XI Encontro Nacional dos Empregados do Banco da Amazônia. É bem típica esta forma de retaliação por parte do Banco, condizente com o seu desleixo em relação aos interesses de seus empregados, mas seja qual for a forma de retaliação da diretoria do Banco a AEBA não abandonará sua política de independência.
    O ENEB é um evento que reúne a cada dois anos, empregados do Banco para a discussão de temas pertinentes às condições de vida e trabalho, também fortalecimento da instituição Banco da Amazônia, perpetuação do seu papel enquanto principal agente fomentador do desenvolvimento sustentável da região. Em mais uma oportunidade, a diretoria deixou de lado ponderações pertinentes ao bem estar de seus empregados, mostrou total desinteresse em patrocinar qualquer tipo de ação que promova a discussão em prol de rumos seguros para a instituição, investindo no que lhe é mais raro, seus empregados. Não vamos fraquejar, seja qual for a forma de pressão a AEBA se manterá independente, fiel aos interesses de seus associados.
     É lamentável testemunhar o desperdício de valores exorbitantes em propagandas midiáticas quando não se investem o necessário em tecnologia e pessoal para o atendimento magistral à clientela, gastos também em projetos fadados ao insucesso como os de comunicação interna para a mobilização dos empregados, pois quem vive a realidade Banco da Amazônia a conhece com propriedade para falar do fracasso da gestão atual do nosso Banco, e os danos dessa desastrosa gestão solidifica a insatisfação dos trabalhadores que já ultrapassa as barreiras das portas da matriz e agências, e culmina nos vergonhosos resultados amargados pela instituição.
     Com essa atitude, a diretoria do Banco ratifica sua lógica única de interesses em prol de si, altos salários e PLR generosa. Não há mais investimento nos artistas da região, o “Espaço Cultural” está com a mesma exposição desde dezembro de 2011; o Coral “Vozes da Amazônia” está esquecido e só não se cala pela força de vontade dos participantes e seu amor pela arte; o Bancrévea também é mais uma prova do desinteresse da instituição em apoiar os louros da casa, o que já acontece também há anos com CASF e CAPAF.
     A Associação dos Empregados do Banco da Amazônia ressalta que o XI ENEBE não deixará de ser realizado pela falta de apoio do Banco, ele acontecerá, e mais uma vez estamos certos da resposta positiva dos convidados à participação durante o evento, e estamos certos também do comprometimento dos trabalhadores com a instituição e o povo amazônida, afinal, nós empregados somos a alma deste Banco e tomaremos para nós o papel de lutar por seu fortalecimento e para seguirmos um rumo certo que é a contramão do sugerido por esta forma equivocada de gestão, reafirmando nossa independência de valores e atuação enquanto Associação.

Negociação com o Banco da Amazônia

SEEB-MA e AEBA discutiram PLR, compensação de horas e o contrato com a empresa Trivale em reunião no dia 27 de abril.


Em breve reunião com representantes do Banco da Amazônia no dia 27 de abril, na matriz do BASA, o SEEB-MA e a AEBA discutiram três pontos de interesse da categoria: PLR, compensação de horas e o contrato com a empresa Trivale (cartão alimentação/refeição).

Vale ressaltar que a mesa de negociação marcada pelo banco foi intempestivamente cancelada com menos de 24h para a sua realização, sem justificativa plausível, impossibilitando o debate dos demais temas agendados.

Confira abaixo o resultado das discussões com os representantes do banco: 

PLR

Conforme a sentença do TST, o Banco da Amazônia deve  pagar 9,25% do lucro líquido na forma de PLR. Como o lucro líquido de 2011 foi de R$ 78.568.000,00, o Banco deve distribuir um total de R$ 7.267.540,00. No entanto, o balanço do Banco prevê o pagamento de apenas R$ 6.285.000,00, resultando numa diferença de R$982.540,00. O diretor informou que o montante a ser pago é o que consta no balanço (6,2 milhões), em obediência às recomendações do DEST. Por outro lado, ressaltamos que o Banco deve cumprir é o Acórdão do TST. Diante do posicionamento do Banco, a assessoria jurídica do SEEB-MA já providencia uma ação judicial para cobrar o pagamento da PLR integral.

Horas não compensadas

O diretor informou que os empregados que não compensaram as horas de greve, na sua totalidade, terão os valores descontados do  salário. Na ocasião, foi ressaltado o que consta no  Acórdão do TST: "os dias não trabalhados no período de 29/09 a 20/10/2011, não serão descontados e serão compensados". Portanto, findo o prazo, finda também a compensação. O Banco foi alertado que, caso insista em descumprir a decisão do TST, será acionado judicialmente.

Contrato com a Trivale

foi cobrado do banco o retorno da empresa Sodexo, caso a Trivale não possa oferecer, no mínimo, o mesmo número de estabelecimentos conveniados que a Sodexo oferecia. Os representantes do banco informaram que estão cobrando soluções para as pendências apresentadas.

Diante da persistência do problema com o cartão alimentação/refeição, o SEEB-MA encaminhou ofício à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-MA) pedindo providências.

Veja o ofício na íntegra 



Fonte: SEEB-MA

quarta-feira, maio 02, 2012

O sindicalismo pelego quer criar factoide com as contas da AEBA

Abaixo, transcrevo a resposta da AEBA sobre as suas contas. O texto
responde com clareza o factóide que alguns diretores do Sindicato
tentaram criar em torno delas (das contas da AEBA).

Digo eu,
Nunca dantes na história dessa AEBA (parodiando o pelego chefe), se
usou da transparência nas contas da AEBA como agora.
Aquilo que era uma fonte de renda para alguns - haja vista a "verba de
representação" recebida - se tornou um exercício de direção ao
movimento sindical. Poupavam dinheiro da luta para conciliar e
"receber".
Mesmo sendo uma associação nacional gastou 600 mil em contrapartida
dos 2,7 milhões gastos por um sindicato estadual.
É notório, mesmo sendo 600mil, o esforço financeiro da AEBA para
cobrir, na campanha salarial e em outras campanhas, a vacância do
sindicato. Se 2,7milhões não é muito para o sindicato, 600mil é para a
AEBA.
Os 600mil eu sei onde foi aplicado. Posso ler na página da AEBA e ir
na sua sede conferir. Os 2,7milhões eu não sei. Alguém sabe?

Um abraço a todos,

Gilson

Queremos através desta nota, prestar esclarecimento ao conjunto da
categoria sobre as contas da AEBA no exercício de 2011. Em consonância
com nossa política de transparência, adotada pela gestão “AEBA Livre,
É Hora da Mudança”, estamos prontos a responder a qualquer eventual
dúvida, oriunda da documentação apresentada como prestação de contas
pela AEBA, que foi amplamente divulgada para a observação de nossos
associados, anterior a Assembléia Geral Ordinária do último dia 30 de
abril, para que durante a mesma, todos os interessados comparecessem
subsidiados pela documentação e munidos de suas dúvidas, para que
fossem esclarecidas em Assembléia.

     Desde já, agradecemos as provocativas que favorecem o processo
público e democrático de discussão, em favor do esclarecimento de
interpretações equivocadas que podem confundir a categoria. Apenas
lamentamos, pois as dúvidas não foram apresentadas durante a
Assembléia, para que houvesse o pronto esclarecimento das questões
levantadas.

Em relação à prestação de Contas da AEBA referente ao exercício 2011
vale ressaltar:

O debate sobre as contas da AEBA somente é possível porque nossa
gestão inaugurou uma metodologia nova de transparência financeira com
a categoria, mês a mês temos publicado nossos Balancetes na integra à
categoria, e agora publicamos o Balanço de 2011, com todas as despesas
discriminadas para permitir que todos aqueles que contribuem com a
AEBA saibam exatamente como os seus recursos estão sendo empregados.
Postura diferente tem sido adotada pela Diretoria do Sindicato dos
Bancários do Pará, que esconde seus gastos da categoria.
Demos ampla divulgação em nosso site à Assembléia de prestação de
contas, também convocamos nossos associados via mensagem para celular,
Facebook e e-mail, para que toda a categoria tomasse conhecimento da
realização da Assembléia, diferente do Sindicato dos Bancários do
Pará, que esconde sua assembléia da Base.
NÃO HÁ DÉFICIT nas contas da AEBA. Nossa contabilização relaciona
apenas as receitas de contribuição, por isso aparece o valor negativo,
mas trabalhamos com nosso caixa para cobrir as despesas adicionais, de
forma que a AEBA está com suas contas em dia, e com situação
financeira equilibrada. Tal caixa é formado anualmente pelos
dividendos da CORAMAZON da qual a AEBA é acionista.
No ano passado, tivemos que tomar várias providências para equilibrar
as contas tais como: revisão do contrato de assessoria jurídica
previdenciária, que baixou de R$ 7.000,00 para R$ 1.200,00. Decidimos
que o presidente não receberia a ajuda de custo, recebida pelo
presidente anterior no valor de mais de R$ 1.500,00 reais por mês, bem
como o auxílio alimentação da Diretoria executiva, que ficou restrito
aos membros da Diretoria que fazem parte do Quadro de Apoio e não têm
função comissionada. Na gestão anterior, todos os Diretores recebiam
esse auxilio alimentação. Estamos executando judicialmente uma dívida
que o próprio Sindicato dos Bancários do Pará tem com a Associação no
valor superior a R$ 10.00,00, referentes à contratação de assistente
técnico atuarial para o c aso CAPAF. Estamos realizando Campanha de
Filiação permanente, para ampliar o número de filiados e melhorar as
receitas da Associação. Para reduzir gastos, também cortamos uma das
assessorias que havia sido contratada na gestão anterior.
Todos os recibos, notas fiscais e comprovantes de gastos estão à
disposição na AEBA, para que qualquer associado possa conferir com o
que consta na contabilidade. Desta forma, desafiamos a Diretoria do
Sindicato dos Bancários do Pará, a permitir que os membros da base
confiram seus comprovantes de gastos.
Houve de fato uma ampliação dos gastos com a Campanha Salarial, que
saltaram de R$ 6.000,00 em 2010, para R$ 23.000,00 em 2011, tal volume
de gestos se explica exatamente pelo fato do SEEB-PA ter abandonado a
luta dos bancários do Banco da Amazônia, forçando a AEBA a assumir
esse papel. A AEBA na gestão anterior servia apenas para distribuir
privilégios aos dirigentes, hoje a AEBA está a serviço da luta dos
empregados do Banco da Amazônia.
Algumas ponderações para reflexão:

     Somos uma Associação nacional, nossas contas chegaram a R$ 600
mil reais. O Sindicato dos Bancários do Pará, por exemplo, não tem
como explicar o gasto de R$ 2,7 milhão em 2011. A Associação dos
Empregados do Banco da Amazônia não gastou nem 25% do valor gasto pelo
SEEB PA no ano passado.

     Por fim, ratificamos que a Diretoria de Patrimônio e Finanças da
AEBA, está à disposição para prestar qualquer esclarecimento a seus
associados em relação à Prestação de Contas Anual da AEBA - 2011.
Prezado associado, informamos ainda, que periodicamente os Balancetes
Mensais são divulgados em nosso site e encaminhados via e-mail, fique
por dentro das atividades de sua Associação.

É a AEBA, às claras em respeito a seus associados!

Atenciosamente,

Marlon George da Costa Palheta

Diretor de Adm. Patrimônio e Finanças.