Este é o blog e alimentado de informações por Igor Téo que tem por objetivo repassar aos trabalhadores informações sobre a atualidade e para dar conhecimento a todos do movimento sindical bancário na Amazônia.
terça-feira, setembro 25, 2012
segunda-feira, setembro 24, 2012
Dilma cria IN 379 no Banco do Brasil para poder demitir quem lutar!
ACESSE http://frentedeoposicaobancaria.org
anunciou a venda de mais inúmeros poços de petróleo no mar e na terra,
incluindo na área do pré-sal, agora quer demitir empregados com estabilidade.
A mesma Dilma liberou geral para os latifundiários no Código Florestal, arrochou o
salário mínimo e ataca os aposentados, condenados a não ter reajuste e cuja
idade mínima vai ser aumentada se seu projeto for adiante, agora voltou ao que
Collor e FHC tentaram: demitir funcionários das estatais.
salário mínimo e ataca os aposentados, condenados a não ter reajuste e cuja
idade mínima vai ser aumentada se seu projeto for adiante, agora voltou ao que
Collor e FHC tentaram: demitir funcionários das estatais.
Dilma é a inimiga máxima dos trabalhadores em greve. Já fez tudo que se poderia fazer: nunca negociou decentemente, cortou salários,
contratou fura-greves, ajuizou dissídios no TST, agrediu manifestantes e agora
planeja a única coisa que faltava, que é demitir funcionários.
contratou fura-greves, ajuizou dissídios no TST, agrediu manifestantes e agora
planeja a única coisa que faltava, que é demitir funcionários.
A Instrução Normatina (IN) 379 permite a demissão
imotivada, retomando o conceito da demissão por “ato de gestão”, tão
famigeradamente conhecida no tempo de FHC. Além de poder demitir sem ter que
dar razões, o BB anuncia que poderá descomissionar os trabalhadores com funções
através de apenas uma avaliação negativa, e não mais depois de uma sucessão de
3 avaliações negativas.
imotivada, retomando o conceito da demissão por “ato de gestão”, tão
famigeradamente conhecida no tempo de FHC. Além de poder demitir sem ter que
dar razões, o BB anuncia que poderá descomissionar os trabalhadores com funções
através de apenas uma avaliação negativa, e não mais depois de uma sucessão de
3 avaliações negativas.
Com estas medidas, Dilma usa o BB para dizer que não
há espaço para críticas nas estatais. Quem não gostar, vai perder o
comissionamento (que pode chegar a 60% do salário total, dada a miséria dos
pisos bancários) e pode até perder o emprego. Isso é uma chantagem contra a
massa de empregados que não consegue sobreviver apenas com o salário-base e
pretende ser um modelo a ser seguido pelas demais empresas públicas, criando o
terror entre os funcionários.
há espaço para críticas nas estatais. Quem não gostar, vai perder o
comissionamento (que pode chegar a 60% do salário total, dada a miséria dos
pisos bancários) e pode até perder o emprego. Isso é uma chantagem contra a
massa de empregados que não consegue sobreviver apenas com o salário-base e
pretende ser um modelo a ser seguido pelas demais empresas públicas, criando o
terror entre os funcionários.
A Frente Nacional de Oposição Bancária não vai
admitir que a greve deste ano seja encerrada sem a retirada completa desta IN e
de qualquer outro plano de Dilma contra os direitos dos trabalhadores, sejam
eles direitos trabalhistas, sejam referentes à liberdade sindical ou ao
elementar direito de greve e à estabilidade no emprego.
admitir que a greve deste ano seja encerrada sem a retirada completa desta IN e
de qualquer outro plano de Dilma contra os direitos dos trabalhadores, sejam
eles direitos trabalhistas, sejam referentes à liberdade sindical ou ao
elementar direito de greve e à estabilidade no emprego.
Pesquisas e suas contradições
Com a aproximação do dia das eleições um debate que volta à tona é sobre a seriedade das pesquisas eleitorais.
Em que pese à legislação ter se tornado mais rigorosa, a possibilidade de utilização indevida das pesquisas eleitorais, principalmente pela capacidade de influenciar nos resultados eleitorais.
Utilizo duas pesquisas publicadas pelos jornais de Belém no dia de hoje para exemplificar os riscos da má utilização deste importante instrumento de mensuração dos desejos da população. O Jornal O Liberal publicou pesquisa do Ibope (campo feito entre 19 e 21 de setembro) e o jornal O diário do Pará publicou pesquisa da Píese (mesmo período de entrevistas). As pesquisas foram feitas, portanto, no mesmo período e, por conseguinte, seus resultados deveriam ser bem parecidos.
Mas não são. E quais foram as principais diferenças?
1. No Ibope Edmilson aparece com 38% e no Ipespe tem 41%.
2. No Ibope o segundo colocado é Zenaldo com 20% e no Ipespe tem 12%.
3. No Ibope o terceiro colocado é Priante com 16%, mas no Ipespe é apontado um empate técnico, pois ele aparece com 12%.
4. Os eleitores indecisos no Ibope alcançam apenas 3% e no Ipespe são 8%.
Divergências acima da margem de erro podem indicar pelo menos dois problemas:
1. Metodológico – ocorreram problemas na base amostral ou na checagem da mesma.
2. Políticos – foram alterados os resultados de forma proposital para favorecer ou prejudicar determinado candidato.
Especialmente o resultado contraditório em relação ao segundo e terceiro lugares é claramente um problema político.
1. Na pesquisa do Ibope a diferença entre o Edmilson e o segundo colocado é de 18 pontos percentuais e no Ipespe esta diferença é de 29 pontos. É uma diferença de 111 mil votos de diferença. Algo inaceitável.
2. A diferença da votação do Zenaldo entre as duas pesquisas é de oito pontos percentuais. Isso significa uma diferença de 80 mil votos. É erro demasiado grande!
Em resumo, há algo muito suspeito acontecendo nas pesquisas que foram selecionadas para análise. Durante a semana analisarei outras pesquisas de outras cidades.
Pesquisa é muito importante, mas precisam ser transparentes e sérias em termos metodológicos. Não podemos vivenciar pesquisas adulteradas e, nas vésperas das eleições, após as adulterações cumprirem seu papel de influenciar no eleitorado, os institutos fazem os ajustes para não sofrerem desmoralizações.
quinta-feira, setembro 20, 2012
Banco da Amazônia apresenta primeira proposta: Entidades recusam na mesa.
Belém, 20/09/2012 10h59
Em reunião realizada na manhã de hoje entre a Diretoria do Banco da Amazônia a CONTEC e o Sindicato dos Bancários do Maranhão a Diretoria do Banco apresentou a proposta de seguir os 6% da FENABAN.
Segundo as informações do Diretor de Recursos Wilson Evaristo o Banco concluiu as projeções de impacto desse índice nas despesas de pessoal. Tais projeções indicam um impacto de R$ 21.600.000,00 ao ano o qual o banco conseguiria atender. Em relação as pautas especificas o diretor informou que elas ainda estão em avaliação.
Após ouvir a proposta do Banco as entidades se manifestarão pela sua rejeição em mesa de negociação sendo assim a proposta não irá para avaliação das assembléias. Para as entidades se a proposta de 6% não atende a reivindicações da categoria Bancária nacional muito menos para o Banco da Amazônia. Reafirmamos que a remuneração do Banco é 26% inferior a remuneração nos demais bancos públicos federais, nosso PCS é o mais antigo e problemático da categoria, nosso plano de saúde não é patrocinado pelo Banco, temos perdas muito altas acumuladas e não temos plano de previdência.
Reafirmamos também que a não percebemos da Diretoria do Banco nenhum interesse em pensar alternativas de negociação. Citamos por exemplo que não teria nenhum impacto para os resultados para o Banco a revisão do convenio com a CORAMAZON e a mudança na forma atual de distribuição nos lucros para uma forma mais equitativa, como por exemplo, a distribuição linear.
Informamos ainda que a capitalização de 1 Bilhão aprovada na MP 564 amplia as possibilidades de atendimento do Banco, que o crescimento das despesas totais de pessoal no Banco nos últimos cinco anos é praticamente igual ao INPC.
O Banco tem como atender.
Manter e Fortalecer a GREVE
Percebemos que não há nenhum interesse da diretoria do Banco da Amazônia não está interessada em resolver os problemas específicos dos empregados do Banco, a reunião de negociação de hoje foi apenas um ato formal para o Banco fazer de conta que negocia. As Entidades orientam a continuidade da GREVE por tempo indeterminado e convocam os empregados que ainda não aderiram a aderir ao movimento de GREVE.
domingo, setembro 16, 2012
Novos números de intenção de voto são divulgados
Sábado, 15/09/2012, 23:29:44 - Atualizado em 16/09/2012, 19:29:48
(Foto: Reprodução)
Entre o dia
11 e dia 12 de setembro, 800 pessoas participaram de mais uma pesquisa
de intenção de voto para a prefeitura de Belém.
O mais votado, segundo os números da
pesquisa, seria o candidato Edmilson Rodrigues (PSol), com 42% das
intenções de voto, seguido pelos candidatos José Priante (PMDB) e
Zenaldo Coutinho (PSDB), com 11% cada. Jeferson Lima (PP) seria o quarto
mais votado, com 7%. Anivaldo Vale com 6%, Arnaldo Jordy com 5% e
Alfredo Costa com 2%, completam os números.
Marcos Rêgo (PRTB) não alcançou 1% das
intenções de voto. Leny Campelo (PPL) e Sérgio Pimentel (PSL) não foram
citados pelos entrevistados.
10% dos entrevistados disseram ainda não ter decidido o voto e 6% disseram votar em branco ou nulo.
A pesquisa estimulada (quando os
nomes dos candidatos são expostos aos entrevistados) foi feita pelo
Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA) , sob o protocolo PA.00114/2012.
A margem de erro é de três pontos e meio
para mais ou para menos. A eleição para a prefeitura de Belém acontece
no dia 7 de outubro.
(DOL, com informações do Diário do Pará)
quinta-feira, setembro 13, 2012
A ASSEMBLÉIA DEFLAGROU A GREVE GERAL PARA O DIA 18
Proposta de 6% de reajuste da Fenaban e deflagrou a greve
geral que terá início dia 18 de setembro.
Um momento de tensão aconteceu
quando um bancário do Banco do Brasil sugeriu que houvesse um dia de
paralisação na próxima sexta-feira, 14, para esclarecer a população sobre o
movimento da categoria, culminando com um ato de apoio e solidariedade à greve
dos bancários do Banpará. Infelizmente a direção do Sindicato defendeu contra
essa proposta. Mas a proposta, por contraste, claramente ganhou a votação.
Então a direção do Sindicato, coordenando a mesa, pediu que fosse votado
novamente. Na segunda votação o Sindicato disse que a proposta de não
paralisação e não apoio à greve do Banpará, tinha ganho e deu por finalizada a
assembléia. Os proponentes da outra proposta, a vencedora, ainda pediram a
contagem dos votos, mas o Sindicato se negou a contar os votos e encerrou os
trabalhos. Fica para registro de práticas e condutas que não aceitamos.
Greve com toda força! Nem Dilma nem os banqueiros podem nos intimidar.
Por aumento de salário, reposiçao das perdas, isonomia, piso do Dieese, estabilidade no emprego e por planos de saúde, previdência e de carreira que contemplem os trabalhadores!
Mais uma vez, nossa campanha salarial começa com o governo e os banqueiros desrespeitando os bancários, e oferecendo uma proposta ridícula. Mesmo no meio da crise econômica mundial, os maiores bancos seguem lucrando mais de um bilhão de reais por mês no Brasil. Enquanto isso, a crise é paga pelos trabalhadores.
Apesar dos lucros imensos, que seguem aumentando neste ano, os bancos demitirammilhares de bancários no 1º semestre. Da mesma forma, multinacionais como a GM, que receberam bilhões em isenções fiscais, também demitem. Isso significa que somos nós que pagamos a distribuiçao de recursos que Dilma faz, usando os impostos de quem trabalha para garantir o lucro de quem explora e demite.
É contra esta realidade, de quererem outra vez que nós paguemos o pato, que os bancários terão que lutar! E esta luta nao será fácil, como ficou demonstrado na greve feita pelos servidores públicos federais, que chegaram a mais de 100 dias em algumas categorías, e alguns ainda estão paralisados, e resultou em um reajuste lamentável que durará por 4 anos.
Mas este cenário não deve nos intimidar. Tanto os bancos privados como os públicos estão nadando em dinheiro, mantendo ou aumentando seus lucros estratosféricos, apesar de suas provisões para a inadimplência terem sido aumentadas de forma absurda e irreal, tentando maquiar para baixo o valor do lucro deste ano. Os bancários sabem que seu trabalho aumentou muito neste último ano. O resultado foi o crescimento das doenças, do assédio moral e da exploraçao dos funcionarios, o que explica os enormes lucros.
Por isso, a resposta aos 6% é greve! E esta greve só pode ser encerrada com a obtençao de conquistas em todas as esferas reivindicadas! Queremos aumento salarial, que caminhe no sentido de repor nossas perdas históricas; piso do Diesse já, isonomia e estabilidade no emprego.
Não se pode encerrar a greve sem avanços nestes pontos! E a Contraf/CUT e a Contec,ambas governistas e que há anos vêm traindo nossas lutas, precisam saber que este ano não permitiremos acordos rebaixados impostos goela abaixo! Ou se arranca a isonomia e conquistas de verdade, ou a greve deve seguir. Se Dilma e os banqueiros querem conflito, e ganhar fortunas às nossas custas, é conflito o que terão!
Venha ser parte de uma alternativa independente! Construa, participe e ajude a Frente Nacional de Oposiçao Bancária (FNOB) a ser uma opção de base contra o sindicalismo pelego e governista.
A FNOB surgiu há pouco mais de um ano, mas já cresceu muito. Os sindicatos do RN e do MA fazem parte dela, além da Associaçao Nacional dos Beneficiários do Reg/Replan da CEF (ANBERR) e da Associaçao dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA) e de oposições sindicais em SP, DF, RS, PE, BA, PI, entre outros. E a Frente surgiu e cresce para organizar os bancários de forma autónoma e pela base, de forma democrática e combativa.
Repudiamos o sindicalismo amplamente majoritário existente hoje, e expresso nas diferentes correntes da Contraf e da Contec, que são braços das correntes que atuam na CUT, CTB, UGT e demais centrais governistas, que não apenas se calam, como elaboram e são autoras dos ataques contra os trabalhadores, como a Reforma da previdência, a flexibilizaçao para pior da CLT, etc.
Somos contra a promiscuidade entre os intereses destas correntes e de seus partidos, que defendem os patrões. Somos contra o sindicalismo carreirista, que faz do mandato sindical uma profissão ou um trampolim para cargos eletivos.
E vemos que este sindicalismo, além de corrupto, burocrático e traidor, é culpa pelo empobrecimento dos bancários! Este pessoal ganha poder, cargos e dinheiro às custas de nossas perdas e de nossa exploraçao! Por isso, não adianta apenas lutarmos com todas nossas forças numa campanha salarial, em que as cartas já foram dadas por eles de antemão. Tem só que lutar sim, para tentar virar este jogo e mostrar que nenhuma negociata e acordó prévio é superior à ação dos trabalhadores. Mas também é preciso remover estas direções nefastas à categoría e reconquistar nossas entidades para a base, de verdade!
Venha nos ajudar e fazer parte da Frente Nacional de Oposiçao Bancária
sexta-feira, setembro 07, 2012
segunda-feira, setembro 03, 2012
Em Belém, Edmilson Rodrigues lidera com 47%, aponta Ibope
José Priante (PMDB) tem 16% e Zenaldo Coutinho (PSDB), 12%.
Instituto ouviu 602 pessoas em Belém, entre 28 e 30 de agosto.
Do G1 PA
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A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal, afiliada da Rede Globo.
Veja os números do Ibope para a pesquisa estimulada:
Edmilson Rodrigues (PSOL) - 47% das intenções de voto
José Priante (PMDB) - 16%
Zenaldo Coutinho (PSDB) - 12%
Arnaldo Jordy (PPS) - 6%
Jefferson Lima (PP) - 6%
Anivaldo Vale (PR) - 3%
Alfredo (PT) - 3%
Marcos Rego (PRTB) - não alcançou 1%
Sérgio Pimentel (PSL) - não alcançou 1%
Leny Campelo (PPL) - não alcançou 1%
A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 30 de agosto. Foram entrevistadas 602 pessoas na cidade de Belém, capital do estado. A margem de erro é 4 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PA), sob o número 00061/2012.
saiba mais
Pesquisas anterioresA primeira pesquisa do Ibope foi divulgada em 11 de agosto e registrou os seguintes resultados: Edmilson Rodrigues, 42%; José Priante, 22%; Zenaldo Coutinho, 12%; Arnaldo Jordy, 7%; Jefferson Lima, 5%; Anivaldo Vale, 2%; Alfredo Costa, 1%; Marcos Rego não alcançou 1%; Sérgio Pimentel e Leny Campelo não foram citados.
Segundo turnoO Ibope pesquisou dois cenários para o segundo turno: uma opção seria a disputa entre Edmilson Rodrigues e José Priante, outra seria Edmilson Rodrigues contra Zenaldo Coutinho. O candidato do PSOL ficaria em primeiro nas duas hipóteses com 61% dos votos. Concorrendo contra José Priante, este ficaria com 28% dos votos, enquanto Zenaldo Coutinho apareceria com 30%.
Rejeição
Entre os candidatos mencionados pelos eleitores como aqueles em quem não votariam de jeito nenhum, Arnaldo Jordy aparece com 27%, Anivaldo Vale, com 24%, Alfredo Costa e Jefferson Lima, com 23% cada um, José Priante, com 20%, Edmilson Rodrigues, Leny Campelo, Marcos Rego e Sérgio Pimentel com 19% cada um, e Zenaldo Coutinho, com 14%.
Os eleitores que declaram que poderiam votar em todos os candidatos representam 6% do eleitorado. Outros 4% não sabem ou preferem não responder a respeito.
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