Mais uma vez os trabalhadores e trabalhadoras do Banco da Amazônia padecem com o início da nova temporada da novela do pagamento da Participação nos Lucros e Resultados. Como todo ano o Banco vai até o Governo (DEST) solicitar autorização para antecipação e como de praxe sempre é negado.
A direção da empresa realiza sempre um belo discurso sobre a necessidade de valorizar o empregado. Todavia, recusa a forma de distribuição da PLR igual a da FENABAN (80% do salário + R$-800,00) prejudicando a maioria dos empregados que poderiam ser beneficiados com a aprovação da proposta. Entretanto, insiste na PLR de um salário bruto por empregado não por imposição do DEST, mas para não prejudicar seus altos executivos que estariam recebendo uma PLR inferior se a forma de distribuição fosse igual a FENABAN. Dessa forma, caracterizando o menor respeito e consideração com a maioria dos empregados que são os principais responsáveis pelos resultados da instituição.
Resumindo o roteiro dessa novela é que o Governo (DEST) mais uma vez segrega os bancários do Banco da Amazônia e do Banco do Nordeste ao negar esse direito construído com o suor e o esforço de cada empregado e as direções dos bancos que pouco fazem pelos seus empregados, pois falta coragem e autonomia de seus gestores.
A situação exposta acima demonstra aos empregados do Banco que não podemos ficar imóveis com esse cenário e urge a necessidade da mobilização da categoria para pressionar pela forma de distribuição da PLR igual a da FENABAN, rejeitar as metas absurdas impostas pelo Banco e exigir a imediata antecipação da PLR garantido um tratamento igual ao dado aos bancários do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Bancos Privados.
Defendemos como o início das mobilizações um ato público em frente ao prédio da Matriz para protestar contra a posição do DEST e cobrar da direção do Banco maior empenho e esforço para garantir a PLR.
Igor Caldas
Marlon Palheta
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