O Banco da Amazônia está passando por um período tenebroso na sua história através dos mandos e desmandos da sua atual direção. Essa direção encabeçada pelo presidente Mâncio Cordeiro é protagonista de episódios lamentáveis que acabaram resultando em tristes prejuízos para a instituição.
Inicialmente podemos detalhar a eterna novela da PLR que em 2004 após o fracasso da mesa temática sobre o assunto o Banco convocou uma reunião com todos os empregados da matriz no auditório e anunciou que iria pagar de forma unilateral a PLR de 1 remuneração bruta a cada empregado e iria defender com toda disposição uma PLR de 2 salários para 2005.
O episódio da alteração da forma de pagamento do ticket-alimentação e vale-alimentação de papel para cartão em julho de 2005. Esse fato surpreendeu a todos pois além de prejudicar de forma marcante os empregados do interior com a dificuldade de utilização do benefício face a carência de rede de conveniados também o Banco passou por cima do ACT que previa a forma de pagamento através de papel.
Os fatos ocorridos no dia 06 de outubro de 2005 que se tornaram históricos para os empregados, todavia de forma negativa pois apresentou toda a faceta da direção da instituição na condução para evitar a greve dos trabalhadores com a presença do comando tático da PM armado até os dentes para impedir qualquer manifestação sem nenhum interditório proibitório.
A última é a demissão realizada de forma sumária pelo presidente do Banco da empregada Angélica Monteiro indo contra todos os normativos internos.
Concluimos que o saldo dessas atitudes são altamente maléficas ao conjunto da categoria é coloca em contradição todo o discurso rotineiro da atual gestão de valorização dos empregados como a principal engrenagem da instituição é estratégica para o atingimento das metas traçadas no planejamento estratégico.
Esperamos que os senhores membros da direção dessa instituição reflitam e avaliem que legado pretendem deixar, pois no discurso de posse prometeram que a sua gestão seria importante para a mudança na relação com os empregados tornando parceiros na construção de um novo Banco. Todavia, observamos o contrário e que o legado a ser deixado é de uma gestão que faz lembrar através das suas práticas os mais violentos períodos da ditadura militar.
Inicialmente podemos detalhar a eterna novela da PLR que em 2004 após o fracasso da mesa temática sobre o assunto o Banco convocou uma reunião com todos os empregados da matriz no auditório e anunciou que iria pagar de forma unilateral a PLR de 1 remuneração bruta a cada empregado e iria defender com toda disposição uma PLR de 2 salários para 2005.
O episódio da alteração da forma de pagamento do ticket-alimentação e vale-alimentação de papel para cartão em julho de 2005. Esse fato surpreendeu a todos pois além de prejudicar de forma marcante os empregados do interior com a dificuldade de utilização do benefício face a carência de rede de conveniados também o Banco passou por cima do ACT que previa a forma de pagamento através de papel.
Os fatos ocorridos no dia 06 de outubro de 2005 que se tornaram históricos para os empregados, todavia de forma negativa pois apresentou toda a faceta da direção da instituição na condução para evitar a greve dos trabalhadores com a presença do comando tático da PM armado até os dentes para impedir qualquer manifestação sem nenhum interditório proibitório.
A última é a demissão realizada de forma sumária pelo presidente do Banco da empregada Angélica Monteiro indo contra todos os normativos internos.
Concluimos que o saldo dessas atitudes são altamente maléficas ao conjunto da categoria é coloca em contradição todo o discurso rotineiro da atual gestão de valorização dos empregados como a principal engrenagem da instituição é estratégica para o atingimento das metas traçadas no planejamento estratégico.
Esperamos que os senhores membros da direção dessa instituição reflitam e avaliem que legado pretendem deixar, pois no discurso de posse prometeram que a sua gestão seria importante para a mudança na relação com os empregados tornando parceiros na construção de um novo Banco. Todavia, observamos o contrário e que o legado a ser deixado é de uma gestão que faz lembrar através das suas práticas os mais violentos períodos da ditadura militar.
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