O papel dos bancos públicos está claro para todos nós, que é o de fomentar o crescimento da economia e permitir o acesso da população ao crédito, de forma mais simples e barata. O que não contávamos era com os oportunistas de plantão, que utilizam qualquer falha das instituições para enfraquecê-las e criar um motivo para privatizá-las.
E essa história não é de hoje. O Brasil precisa de mais políticas públicas. Precisa de mais habitação para a sua gente e de mais saneamento e urbanização.
O momento requer que, novamente, ergamos nossa voz em defesa do que consideramos ser o papel reservado aos bancos públicos: servir à população.
Setores ligados ao PSDB estão propondo a discussão da privatização dos bancos em caso de vitória nas eleições, plano antigo e que mostra ser um dos pontos da agenda num eventual mandato.
Cabe lembrar que em gestões tucanas a relação com os funcionários dos bancos públicos também colaborou no desmonte e enfraquecimento das instituições.
Outrossim quanto às empresas privatizadas, lembramos que se acumulam reclamações, denúncias de mau funcionamento e inoperância gerencial. Em todos os ramos, ao lado de uma desconfiança meio generalizada quanto à qualidade dos serviços prestados, as pessoas criticam firmemente os preços, que, como todos percebem sem dificuldade, sofreram forte oscilação para cima na medida mesma do avanço das privatizações.
Veja o que os plantonistas andam falando:
Geraldo Alckmin: Em janeiro deste ano, no Jornal O Sul, o candidato à presidência da República, Alckmin, aos ser indagado sobre o tipo de empresa que se enquadraria nas futuras privatizações, foi enfático: "Bancos estaduais. A maioria já foi privatizada, mas deveriam ser todos. Tem muita coisa que se pode avançar."
Gabriel Jaramillo: Segundo Jaramillo, presidente do Santander Banespa, em recente entrevista na revista Istoé, afirmou: "Não se justifica, no mundo de hoje, haver governos dedicados a uma atividade que o setor privado faz e, no longo prazo, fará melhor. Não há razões para manter essa alta participação pública no sistema financeiro".
Antonio Hohlfeldt: No Jornal do Comércio, no dia 23, o vice-governador frisou a importância de que os cidadãos tenham clareza sobre a situação pela qual atravessa o RS. "O Estado perde, em média, mais de R$ 2 milhões por ano. Metade disso, graças ao descumprimento da Lei Kandir, e a outra metade ao ônus que repercute no Estado já que não privatizamos o Banco do Estado".
E essa história não é de hoje. O Brasil precisa de mais políticas públicas. Precisa de mais habitação para a sua gente e de mais saneamento e urbanização.
O momento requer que, novamente, ergamos nossa voz em defesa do que consideramos ser o papel reservado aos bancos públicos: servir à população.
Setores ligados ao PSDB estão propondo a discussão da privatização dos bancos em caso de vitória nas eleições, plano antigo e que mostra ser um dos pontos da agenda num eventual mandato.
Cabe lembrar que em gestões tucanas a relação com os funcionários dos bancos públicos também colaborou no desmonte e enfraquecimento das instituições.
Outrossim quanto às empresas privatizadas, lembramos que se acumulam reclamações, denúncias de mau funcionamento e inoperância gerencial. Em todos os ramos, ao lado de uma desconfiança meio generalizada quanto à qualidade dos serviços prestados, as pessoas criticam firmemente os preços, que, como todos percebem sem dificuldade, sofreram forte oscilação para cima na medida mesma do avanço das privatizações.
Veja o que os plantonistas andam falando:
Geraldo Alckmin: Em janeiro deste ano, no Jornal O Sul, o candidato à presidência da República, Alckmin, aos ser indagado sobre o tipo de empresa que se enquadraria nas futuras privatizações, foi enfático: "Bancos estaduais. A maioria já foi privatizada, mas deveriam ser todos. Tem muita coisa que se pode avançar."
Gabriel Jaramillo: Segundo Jaramillo, presidente do Santander Banespa, em recente entrevista na revista Istoé, afirmou: "Não se justifica, no mundo de hoje, haver governos dedicados a uma atividade que o setor privado faz e, no longo prazo, fará melhor. Não há razões para manter essa alta participação pública no sistema financeiro".
Antonio Hohlfeldt: No Jornal do Comércio, no dia 23, o vice-governador frisou a importância de que os cidadãos tenham clareza sobre a situação pela qual atravessa o RS. "O Estado perde, em média, mais de R$ 2 milhões por ano. Metade disso, graças ao descumprimento da Lei Kandir, e a outra metade ao ônus que repercute no Estado já que não privatizamos o Banco do Estado".
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