Foram necessários apenas quatro dias de greve para que os vigilantes do Distrito Federal arrancassem conquistas históricas na campanha salarial da categoria.
Reajuste de 20%, gratificações por risco, abono de dias parados, além de outros benefícios. Tudo isso em apenas quatro dias de paralisação.
Agora, façamos uma analogia com a campanha salarial dos bancários de 2011. Foram 21 dias de greve e, no caso do Basa, 77 dias. No entanto, o que foi conquistado na maior greve bancária dos últimos 20 anos?
Apenas um reajuste rebaixado de 9% e uma série de “NÃOS” para as reivindicações históricas da categoria. Tudo com o consentimento e a subserviência da Contraf.
Diante disso, é justo o questionamento: por que uma categoria tão forte como a bancária não consegue avanços?
A resposta é simples: a maioria dos sindicatos do país está ligada à Contraf, uma confederação vendida, braço sindical do PT, inserida numa simbiose com o governo, onde a troca de benesses já corrompeu as raízes da entidade que, historicamente, deveria ser a representante dos trabalhadores do ramo financeiro.
Ao invés de lutar pelos direitos dos bancários, os dirigentes da Contraf desrespeitam a categoria com suas pedidas rebaixadas e incoerentes com o intuito de blindar seu patrão e de manter seus cargos políticos e mega-salários.
Alerta aos sindicatos do país: abram os olhos e vejam o que é a Contraf. A resposta está diante de vocês.
FONTE: ASCOM SEEB/MA
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