Na última terça-feira, dia 29 de novembro, como produto de reunião no Senado Federal a respeito da deficitária performance da atual gestão do Banco da Amazônia, os senadores participantes, representantes dos estados da Amazônia Legal, avaliaram a necessidade de chamar o Presidente Júnior a prestar esclarecimentos ao Parlamento.
As gritantes deficiências do Banco, percebidas com maior preocupação no período iniciado na gestão da atual diretoria, em 2007, foram tema da reunião, seguindo uma pauta suscitada no documento construído pelos empregados do Banco através da Diretoria da Associação dos Empregados do Banco da Amazônia – AEBA, intitulado “Carta à Presidente Dilma”, endereçado também aos representantes do Congresso Nacional e aos legisladores em geral da Região Amazônica pelos representantes da AEBA durante a campanha “Queremos o Banco da Amazônia no Rumo Certo”.
Como é possível observar nas considerações dos Senadores e Senadoras envolvidos, o panorama deficitário da Instituição é reflexo de uma gestão arcaica e desastrada, em argumento muito distante daquele defendido por gestores e Diretoria Executiva, no qual os empregados e o movimento grevista seriam responsáveis pelo resultado insatisfatório. Dentre os pontos abordados, os de maior preocupação diziam respeito, por exemplo, à priorização de grandes empresários (56% dos recursos), com considerável aumento do índice de inadimplência (de 3,2% em 2007 para 6,4% em 2009), em detrimento dos pequenos e médios produtores do setor produtivo rural, negligenciando FNO e PRONAF.
O modelo burocrático de gestão adotado pela atual Diretoria Executiva também foi atacado, considerando o parâmetro de centralização e hermético adotado, refletido, inclusive, no modelo de gestão tecnológica. Os 15 aditivos do misterioso contrato com a empresa Cobra Tecnologia, amplamente denunciado pela atual diretoria da AEBA, não encontrar base de sustentação para os senadores e Senadoras no contexto de iminente “colapso tecnológico” para o qual o Banco está caminhando.
Confira mais detalhes no endereço do site PortalTC: http://www.portalct.com.br/n/c1030a574daf64ab15e0d4b545d24757/basa-deixou-de-aplicar-r-1-7-bilhao-em-2-anos-sena/
(Com informações da ASCOM AEBA e PortalCT)
O que vimos foi o Abdias desconstruir a Senadora, tanto que ela foi embora antes de acabar. Os únicos dois Senadores que estavam presentes, Raup e Acir Gugacks elogiaram o Banco da Amazônia e disseram que no estado deles o que se vê nos últimos anos é o aumento da presença do Basa, maior aplicação do credito, abertura de agencias e dialogo constante. Acompanhei toda a audiencia pela internet. O Valmir Rossi garantiu que vai continuar o trabalho. Tenho 35 anos de Basa e posso atestar que os últimos cinco anos foram os mais importantes para o Banco.
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