A Diretoria da Associação dos Empregados do Banco da Amazônia
(AEBA) realizou na manhã desta segunda-feira (09), ato político em
frente à agência Matriz, em Belém, para defender o BASA que no dia de
hoje, 09 de julho, completa 70 anos.
Para a diretoria da AEBA, a atividade serviu para reafirmar o
compromisso da entidade e dos funcionários na defesa do BASA como
patrimônio do povo amazônico e de importância vital para o
desenvolvimento da região.
- A importância do BASA nessas sete décadas de existência reside
no esforço de seus funcionários que dedicaram e dedicam suas vidas para
construir essa que é a mais importante ferramenta de desenvolvimento
econômico e social para nossa região. Por isso, no dia de hoje, estamos
aqui para comemorar a existência do Banco, mas também para alertar a
categoria para que continue vigilante no sentido de lutar para
defendê-lo, disse Sílvio Kanner, presidente da AEBA.
Para Marlon Palheta, diretor Financeiro da AEBA, é muito
importante estarmos aqui, neste grande ato, no dia de hoje. Temos
orgulho de trabalhar no BASA e nossa disposição em defendê-lo se faz
necessária, pois, sem exceção, as diretorias que se sucedem à frente do
Banco só pensam destruir esse imenso patrimônio construído por décadas
por seus funcionários. O momento é de luta em defesa do Banco, mas
também de desejarmos votos de vida longa para esta que é a mais
importante instituição pública de desenvolvimento econômico e social da
Amazônia, disse.
O ato político contou com o apoio dos funcionários e com a
presença do presidente da Associação dos Aposentados do Banco da
Amazônia (AABA), Agildo Monteiro.
AEBA não vai ao show no Teatro da Paz
Durante o ato, foi distribuiu informativo da associação com a publicação da carta aberta de Sílvio Kanner, presidente da AEBA, endereçada
ao presidente do BASA, Abdias Júnior, onde a AEBA comunica que não irá
participar do show promovido pela direção do Banco.
Entre os motivos, está o posicionamento da AEBA acerca de eventos pomposos que marcam a atual gestão.
- Num cenário de esforços, visando à redução de custos, o que
inclusive é repetitivo nas rodadas de negociação para explicar o fato de
a Diretoria do Banco NÃO CONCEDER NADA e ainda procurar retirar
direitos, não podemos concordar com eventos como este que significam
mais gastos desnecessários. Ainda mais, porque sabemos que parte dos
recursos destinados ao evento é proveniente da CORAMAZON que por força
de sua caneta, direciona quase todo o seu lucro para o uso ao bel-prazer
dessa Diretoria, diz o documento.
Fonte: AEBA
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