bancário livre, autônomo e democrático!
16 e 17 de junho, Belém – PA.Convocatória do Encontro da FNOB
Prezados Amigos,
Ao longo dos últimos anos temos contribuído em cada estado, em cada local de trabalho, para o fortalecimento da luta dos trabalhadores bancários. A sede de lucros dos bancos estatais e não estatais além de extorquir os trabalhadores em geral através de taxas de juros abusivas tem prejudicado, sobretudo os trabalhardes bancários.
Mas o trabalhador bancário tem respondido a esses ataques em forma de retirada de direitos, arrocho salarial, assédio moral e pressão por metas com luta, e muita luta. Desde 2002, quando retomamos as greves nacionais estamos lutando por nossos direitos, pela recuperação das perdas salariais e outras bandeiras de lutas que temos
debatido nesses anos.
Mas o trabalhador bancário tem respondido a esses ataques em forma de retirada de direitos, arrocho salarial, assédio moral e pressão por metas com luta, e muita luta. Desde 2002, quando retomamos as greves nacionais estamos lutando por nossos direitos, pela recuperação das perdas salariais e outras bandeiras de lutas que temos
debatido nesses anos.
Mas apesar dessa disposição de lutas dos bancários brasileiros, vivemos um grande atraso subjetivo que concentrado na direção pode se disseminar rapidamente para a base. A CONTRAF/CUT que atualmente hegemoniza o movimento bancário brasileiro por suas relações políticas com o governo tem sua autonomia e independência
comprometida, aprisionando o movimento bancário e a capacidade de luta de nossa categoria nos limites de seus interesses burocráticos. A primeira e mais importante tarefa dos ativistas honestos do movimento bancário é livrar nossa categoria dessa estrutura burocrática, entreguista e
desmobilizadora vinculada aos interesses do partido do governo e conformar uma direção que esteja à altura das necessidades históricas e imediatas dos bancários brasileiros.
comprometida, aprisionando o movimento bancário e a capacidade de luta de nossa categoria nos limites de seus interesses burocráticos. A primeira e mais importante tarefa dos ativistas honestos do movimento bancário é livrar nossa categoria dessa estrutura burocrática, entreguista e
desmobilizadora vinculada aos interesses do partido do governo e conformar uma direção que esteja à altura das necessidades históricas e imediatas dos bancários brasileiros.
Ao longo dos anos a CONTRAF/CUT tem se utilizado de todos os tipos de estratagemas para, juntamente com o governo impor suas posições a garantir a direção de nossas entidades e apesar da capacidade de luta dos setores honestos, de conseguirmos dirigir greves e lutas importantes, não temos conseguido vencer as
eleições sindicais e nos tornar os dirigentes de direito dos Bancários. Não temos conseguido convencer os trabalhadores de que podemos dirigir os sindicatos. Nossas forças estavam até então agrupadas no Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB), mas hoje, devemos admitir que o MNOB não foi capaz, nesses
quase dez anos, de se apresentar como alternativa real e viável de direção aos bancários brasileiros. Sua forma e funcionamento e mais recentemente seu conteúdo político acabaram por se constituir em obstáculos ao seu fortalecimento enquanto pólo de aglutinação de oposições e entidades na luta pela constituição de uma nova direção para
o movimento bancário.
eleições sindicais e nos tornar os dirigentes de direito dos Bancários. Não temos conseguido convencer os trabalhadores de que podemos dirigir os sindicatos. Nossas forças estavam até então agrupadas no Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB), mas hoje, devemos admitir que o MNOB não foi capaz, nesses
quase dez anos, de se apresentar como alternativa real e viável de direção aos bancários brasileiros. Sua forma e funcionamento e mais recentemente seu conteúdo político acabaram por se constituir em obstáculos ao seu fortalecimento enquanto pólo de aglutinação de oposições e entidades na luta pela constituição de uma nova direção para
o movimento bancário.
Foi nesse sentido que constituímos a cerca de dois anos a Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB) um coletivo de oposição frontal a CONTRAF/CUT, livre, classista, autônomo e democrático. Visando preparar nossa intervenção na campanha salarial 2012/2013, bem como nossa participação nas eleições sindicais em todo o país,
como também debater e deliberar sobre uma plataforma de luta para os trabalhadores bancários é que temos o prazer de convidar esta entidade a participar do IV Encontro Nacional da FNOB que será realizado nos dias 16 e 17 de junho na cidade de Belém, na sede da Associação Nacional dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA).
como também debater e deliberar sobre uma plataforma de luta para os trabalhadores bancários é que temos o prazer de convidar esta entidade a participar do IV Encontro Nacional da FNOB que será realizado nos dias 16 e 17 de junho na cidade de Belém, na sede da Associação Nacional dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA).
Coordenação do IV Encontro Nacional da FNOB
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